Burro com sorte, inteligente e com asa…

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Lógico que é só o início.

Lógico que é apenas pré-temporada.

Mas o ínicio do Atlético-MG ontem foi arrasador.

O Galo enfrentou o Shakthar e venceu por 4×2, sendo que o time mineiro chegou a abrir 4×0 nos ucranianos. O time que começou foi Victor, Marcos Rocha, Leonardo Silva, Jemerson, Douglas Santos, Leandro Donizete, Rafael Carioca, Luan, Carlos, Datólo e Pratto.

Um time leve, extremamente leve. Com um proposta de jogo ofensiva, com dois volantes que sabem jogar e um trio a frente muito rápido e de muita movimentação. E Pratto confirmou as expectativas. Tem faro de gol e ótima movimentação, características do novo centroavante.

Levir parece ter achado uma fórmula para deixar os garotos que subiram a vontade. Dodô é uma grata surpresa, desde a reta final do brasileiro do ano passado e mesmo no jogo de ontem, o menino mostra um futebol diferenciado.

Entre os times brasileiros da Libertadores, a única real incógnita é o Inter, pois os demais pouca coisa mudaram, portanto a expectativa era de melhora nos demais devido ao entrosamento. Contudo, depois de ver Corinthians e Cruzeiro não esperava um início tão bom do Galo.

O Galo começa o ano muito bem, o time já está leve, e Levir mostra que a proposta de jogo mesmo sem Tardelli será a mesma, jogar para cima.

Levir já pode dizer que além de Burro com sorte, é bom inteligente e com asa, pois o Galo começou voando.

Galo forte, vingador e exorcista!!

Galo

“Diziam que o Galo era azarado, que eu era azarado, pronto, acabou! Azar, p…a nenhuma!” foi assim que Cuca desabafou ontem após Gimenez errar o quinto pênalti do Olimpia garantindo a vitória por 4×3 para o time mineiro.

Na sequência, Ronaldinho completou, “falavam que eramos renegados, que o Ronaldinho acabou, que o Jô acabaou, que o Gilberto Silva acabou, que esse time não tinha vontade, tá aí, vão falar o que agora?”

Foi assim que começou a trajetória desse time mineiro que ganhou um capítulo extraordinário ontem, com a conqusita da Taça Libertadores da América. Um time que começou na fase de grupos atropelando todo mundo. Só perdeu para o São Paulo na última partida, derrota essa que fez com o que o Galo encontrasse novamente o time brasileiro nas oitavas e aí o fantasma da “zica” que assombrava Atlético e Cuca começava a ser exorcizado.

O São Paulo começou fulminante o primeiro jogo no Morumbi, abriu o marcador e sufocava o Galo na busca pelo segundo gol. Eis que os caras lá de cima, resolveram ajudar e fizeram Lúcio ter uma atitude totalmente destemperada e ser expulso ainda no primeiro tempo. A partir dali, o Galo fez valer a superioridade numérica, virou o jogo e depois venceu com sobras no Horto.

O próximo adversário seria o Tijuana, time sem tradição e que tinha como diferencial apenas o campo de grama sintética, ou seja uma presa fácil para o time de Kalil. Para melhorar a história, o Galo conseguiu segurar o empate no México por 1×1 e veio tranquilo para cumprir seu papel dentro do Horto. Mas , só foi começar o jogo para o fantasma voltar a assombrar. O time jogou muito mal (provavelmente a pior atuação do time dentro de casa) não criava nada e o Tijuana ainda arriscava contra ataques perigosos. E quando tudo caminhava para uma classificação por 0x0 de forma preocupante, um pênalti aos 47 do segundo tempo para o Tijuana mostrava que o fantasma precisava ser exorcizado mesmo. E mais uma parte dele foi exorcizada, pois Victor resolveu pegar com os pés a cobrança e manter o Atlético vivo na competição.

Chegava a vez de enfrentar, o time mais forte da competição, o Newells Old Boys. Para mim, o time argentino foi tão bem quanto o Galo na competição, mas alguém precisa seguir em frente. Aí foi a vez do Galo fazer uma péssima partida na Argentina, o time foi engolido pelo Newells e saiu com um 2×0 perigoso na conta. No jogo de volta, um gol logo no começo e só. Depois, o Newells começou a controlar a partida mesmo sem a bola, especialidade argentina. Parecia que o time poderia jogar dias e dias que nunca seria assustado pelo Galo. Apenas uma luz salvaria o Galo.

E a luz veio, mas veio indo embora. Um apagão no estádio da Independência paralisou o jogo por cerca de 15 minutos e foi o tempo suficiente para Cuca reorganizar o time mineiro para jogar uns 15 minutos finais em cima do time argentino. E a luz (ou falta dela) foi fundamental para o resultado, o time continuou abafando, mas agora de forma mais concreta e foi achar o gol com Guilherme. Sim, aquele que os atleticanos chamavam de “Maria” (referência ao histórico do jogador no maior rival) e que havia entrado no lugar de ninguém menos do que Tardelli.

Com o gol, a decisão foi para os pênaltis e o exorcismo continuava, o time conseguiu uma virada nas cobranças de pênaltis, aumentou ainda mais a idolatria dos torcedores por Victor e o time carimbava o passaporte para final contra o apenas tradicional Olimpia do Paraguai.

O primeiro jogo foi feio, com o Galo errando muito e o Olimpia mostrando que era apenas um time esforçado, porém achou dois gols, sendo um no final da partida que deram uma vantagem significativa para uma final. 2×0. E ontem o fantasma foi exorcizado de vez.

Exorcizado pelo volume de jogo criado, exorcizado, porque conseguiu devolver o placar e vencer nos pênaltis, exorcizado porque apesar de ter um jogador a mais, não pode aproveitar porque Bernard se lesionou, exorcizado porque quando Ferreyra correu em contra ataque e deixou Victor para trás, os deuses do futebol trataram de lhe darem uma rasteira que fez com que o atacante não silenciasse o Mineirão. Exorcizado porque Cuca montou o São Paulo campeão dessa competição em 2005 e no Cruzeiro montou times impecáveis que cairam pelo imponderável, portanto já era merecido a tempos.

Venceu o melhor, e venceu aquele que venceu 8 adversários. O Galo venceu Arsenal-ARG, São Paulo 2x, The Strongest, Tijuana, Newells, Olimpia e principalmente, ele mesmo!

Parabéns Clube Atlético Mineiro, Galo forte e vingador!!

O fim do Brasileirão 2012… e a minha seleção..

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Galera do blog, o campeonato brasileiro 2012 terminou. E apesar de ter terminado com algumas rodadas de antecedência, faltando apenas definir o último rebaixado, foi um campeonato com muitos acontecimentos interessantes.

A começar pelo próprio campeão, o Fluminense mostrou que é possível um time recheado de talentos do meio para frente montar uma equipe que se destacou pela aspecto defensivo, além disso não me lembro de um time ter feito campanha melhor fora do que dentro de seus domínios.

O Galo que ficou com o vice-campeonato foi para mim a mais grata surpresa deste campeonato. Montou um time competitivo que joga para cima e ainda resgatou Ronaldinho Gaúcho. O camisa 49 foi na minha opinião o melhor jogador deste Brasileirão, jogou muita bola, calou minha boca e mostrou que ainda tem espaço na seleção. Sem falar no pequenino Bernard, uma espécie de “Lucas mineiro”.

O Grêmio viu seu estádio ser aposentado ontem em um Grenal tumultuado e terá a nova arena no próximo fim de semana. No campeonato, o principal destaque foi o retorno de Luxemburgo como um grande treinador. Novamente, Luxa voltou a ser competitivo e montou um ótimo time.

O São Paulo depois de muita turbulência nos últimos anos, parece ter encontrado enfim seu treinador e caiu nas graças da torcida que anda enchendo o estádio sempre. O time foi campeão do segundo turno e encerrou o Brasileirão praticando o futebol mais vistoso do campeonato, se Ganso engrenar 2013 tem tudo para ser um excelente ano.

O Vasco terminou em quinto lugar, mas decepcionou sua torcida. O time que figurou o tempo todo entre os quatro primeiros perdeu força na reta final. O time cometeu o pecado de desmanchar o time durante o campeonato, o retorno de Ricardo Gomes mesmo longe do banco, tem tudo para contribuir com o time carioca.

O Corinthians teve seu passaporte carimbado de forma indigesta, mas terminou o campeonato com a sensação de que poderia ter disputado o título. Quando o time realmente jogou foi muito bem e terminou na sexta posição.

O Botafogo teve mais um ano de coelho de maratona, começou prometendo e ficou pelo caminho. Pelo menos, um destaque positivo, Seedorf foi uma grande aposta, o holandês foi um dos grandes destaques desse Brasileirão esbanjando talento e simpatia pelos gramados do Brasil.

O Santos deixou ainda mais claro a Neymardependência. Se não fosse o craque, o time corria grandes riscos de terminar no lugar do Palmeiras neste campeonato. Acima de tudo, o time precisa se reforçar e dar jogadores de mais qualidade para atuarem ao lado do craque.

O Cruzeiro terminou em 9º. O time fez um campeonato bem fraco e terminou em uma posição bem acima do que eu esperava. O time que adotou a falta como recurso durante o campeonato todo, jogou mais tae-kwon-do do que futebol.

A maior decepção terminou em 10º lugar. O Internacional não conseguiu colocar todo o talento do time em campo, colecionou tropeços e erros administrativos e ficará longe da Libertadores por mais um ano. A chegada do Dunga irá colocar tudo isso no eixo.

O Flamengo me surpreendeu, o time conseguiu terminar em 11º. Confesso que os jogos que vi do time carioca, era para ele lutar para não cair, mas a camisa pesou e conseguiu levar o time para uma Sulamericana. Após a decisão do novo presidente, o maior desafio será montar um time do tamanho da camisa.

O Naútico fez muito bem a lição de casa para se manter na primeira divisão. Dos 49 pontos conquistados, 42 foram ganhos no Aflitos. O time conseguiu ser o pior visitante, mas o quarto melhor mandante.

O Coritiba terminou em 13º, mas fez um campeonato de altos e baixos. O time até começou bem, mas a perda da segunda final consecutiva da Copa do Brasil foi muito dolorosa, o time desceu ladeira abaixo e só se recuperou nas últimas rodadas dando um respiro para sua torcida;

A Ponte conseguiu fazer uma campanha regular, venceu seus rivais mais fracos, arrancou alguns empates contra os maiores e se manteve na primeira divisão. O time jogou como mineiro, quietinho em um canto e foi muito feliz.

O Bahia se salvou apenas na última rodada, o time foi muito instável principalmente no primeiro turno. No segundo após a chegada de Jorginho, o time melhorou muito, tanto que o time terminou com a 5ª posição no returno. Já o segundo bom trabalho de Jorginho, merece mais tempo em um grande time.

A Portuguesa quase jogou fora tudo por causa de dois meses ruins. A Lusinha era uma grata surpresa até Setembro, com um meio de campo que jogava um bonito futebol, mas a maré virou e Outubro e Novembro foram péssimos e quase levou o time para a segunda divisão.

O Sport sobreviveu muito pelo time que tinha. Na minha opinião, apenas o Atlético-GO era pior do que o time pernambucano, que até conseguiu trazer alguns medalhões para o segundo turno, mas faltou talento dentro de campo.

O Palmeiras vivou um ano de emoções opostas, conseguiu faturar o caneco da Copa do Brasil depois de tanto tempo e voltou a cair para a Série B. O time irá ser completamente reformulado e precisa decidir o que focar em 2013 e como montar o time.

O Atlético-GO era o time mais fraco, mas nas últimas rodadas aproveitou o descaso de alguns para faturar alguns pontinhos, mas o time tinha tudo para terminar em último colocado.

O Figueirense terminou na lanterninha, após algumas temporadas montando times chatos para a disputa do nacional, esse ano o time não acertou a mão. O time era muito fraco e o rebaixamento foi algo anunciado desde o começo.

No fim, esse Brasileirão que teve Ronaldinho recuperado, ambulância que não entrou, golaços de Neymar e o fim do Olímpico terminou muito bem e é inevitável montar uma seleção. Segue a minha:

Cavalieri (FLU), M. Rocha (At-MG), Rever (At-MG), L. Silva (At-MG), Carlinhos (FLU), Paulinho (Ctns), Seedorf (Bota), Ronaldinho (At-MG), Lucas (SP), Neymar (SAN) e Fred (FLU). Técnico: Jorginho (Bahia)

E o seu?

Pitacos: São Paulo 2×1 Atlético-MG

fonte: Ricardo Nogueira/Folhapress

Galera do blog, ontem acompanhei in loco o jogo entre São Paulo e Atlético-MG que terminou com a vitória do mandante por 2×1 (gols de Lucas e Dagoberto pelo SP e Réver pelo Galo).

No jogo do São Paulo, muita festa para a comemoração do 1000º jogo de Ceni pelo clube, estádio lotado (aprox. 63.000 pessoas) e todo esse clima contagiou o time nos minutos iniciais, para ser mais exato nos primeiros 25 segundos de jogo, o São Paulo já abria o marcador com Lucas, em jogada típica da jóia são paulina. Em ótima arrancada do meia e passou por seus marcadores, tabelou e apareceu sozinho dentro da área e mandou para o fundo das redes. Com o gol e o apoio da massa são paulina, o time continuou pressionando em busca do segundo gol, porém em lance isolado aos 10 minutos, Réver subiu sozinho e empatou a partida.

O gol desestabilizou o time de Adilson, deixando o Galo equilibrar as ações, o jogo ficou amarrado a partir dai, o São Paulo com pouquissima criatividade, apenas Dagoberto procurava buscar o jogo, enquanto pelo Galo, Neto Berola era o desafogo, mas esbarrava em mais uma atuação impecável do zagueirão João Felipe. Assim terminava a primeira etapa. Com a torcida pedindo por Rivaldo.

Adilson decidiu voltar com a mesma equipe e aos 6 minutos, Dagoberto em sua jogada típica acertou um belo chute do meio da rua e colocou novamente o São Paulo em vantagem. O São Paulo apesar da vantagem errava muitos passes e deixava a torcida aflita. Adilson resolveu colocar Rivaldo em campo, e o pentacampeão mundial mostrou porque é diferenciado, em menos de dois minutos de sua entrada e criou duas ótimas jogadas que quase terminaram em gol, em uma delas, o “excesso de capricho” de Dagoberto fez com que o São Paulo não decretasse números finais na partida. Diante disso, o Galo começou a pressionar.

Pressão muito mais na chuveirada, do que em chances reais, o Galo tentou pressionar, mas nada de útil foi criado, além disso, viu Leonardo Silva ser expulso, no fim vitória tricolor que assume a liderança provisória.

De qualquer forma, ficaram algumas lições para o São Paulo, Adilson precisa criar variações táticas para as atuações em casa, não dá para dentro do Morumbi ter um time tão sem criatividade. Paraíba, Juan e Wellington fizeram uma péssima partida. Em compensação, depois de todo o sufoco, o São Paulo encontrou sua zaga titular, Rhodolfo e João Felipe se mostram uma ótima dupla, o segundo está sendo uma grata surpresa, João tem feitos partidas impecáveis, o “Blackenbauer” tricolor foi um achado, mostrando que às vezes e preciso um pouco de sorte também.

Pelo Galo, parece que enfim Cuca tem um time um pouco mais competitivo pelo menos, só Mancini que não pode ser lateral de jeito nenhum e Guilherme que precisa mostrar a que veio. O Galo deu sinais de uma enorme melhora, a tendência natural é que o time também saia do rebaixamento nas próximas rodadas.

Pitacos: 14ª rodada do BR-2011

Galera do blog, ontem acompanhei dois bons jogos que terminaram empatados, primeiro Grêmio 2×2 Atlético-MG e depois Coritiba 1×1 Palmeiras.

No jogo em Porto Alegre, tivemos dois tempos bem distintos, no primeiro, o jogo foi mais travado, o Grêmio até tentou uma pressão inicial, mas logo o Atlético ganhou o meio de campo e controlou o jogo, tanto que foi do Galo a oportunidade mais clara no primeiro tempo, Richarlyson lançou Patric que driblou Victor mas encontrou Rafael Marques em cima da linha para salvar o gol.

Para o segundo tempo, Julinho Camargo resolveu colocar Leandro no lugar de Adilson, o jogo ficou muito mais aberto, tanto que logo aos cinco minutos a jovem promessa gremista acertou belo chute para abrir o placar no Olímpico. Porém, no minuto seguinte, André acertou um chute mais bonito ainda para empatar a partida pelo Galo no lance seguinte. Os dois gols assustaram os dois times que tiraram um pouco o pé nos minutos seguintes, até que novamente a arbitragem resolveu dar o ar da graça, ao marcar um pênalti duvidoso a favor do Grêmio.

Fabio Rochemback colocou novamente o Grêmio na frente, o Atlético voltou a lutar pelo empate e foi recompensado aos 43 com Leonardo Silva que completou o cruzamento para empatar. O resultado foi péssimo para as duas equipes, da forma como aconteceu foi ótimo para o Atlético-MG, mas pelo que as equipes jogaram, o Grêmio ganhou um ponto.

O jogo em Curitiba apesar do frio, começou com a tradicional pressão do time da casa e diferente do jogo contra o São Paulo, ela teve resultado logo aos 08 minutos, em cobrança de escanteio Jeci pegou rebote de Marcos que fez uma milagrosa defesa no lance para abrir o marcador.

Os minutos seguintes foram aterrorizantes para os palmeirenses, o Coritiba parecia disposto a repetir o 6×0 da Copa do Brasil, contudo e como sempre, em bola parada o Palmeiras chegou ao seu gol, Marcos Assunção colocou veneno na bola que desviou em Léo Gago e matou Edson Bastos, era o empate do Palmeiras.

Com o gol, o cenário mudou completamente, o Palmeiras passou a dominar o jogo e Valdivia voltou a ser participativo, buscou o jogo, tentou tabelas com Kléber, até tentou o famoso “chute no vácuo”, mas os lances mais agudos do Palmeiras encontraram a arbitragem como obstáculo, primeiro em pênalti não marcado sobre Luan e depois Valdivia saiu na cara do goleiro, mas o bandeirinha resolveu marcar impedimento inexistente. Assim acabava o primeiro tempo.

O segundo tempo começou com o Palmeiras pressionando o Coritiba, mas errando muito a conclusão final, com isso o Coritiba começou a gostar um pouco mais da partida, até aos 34 minutos, Thiago Heleno resolveu agarrar Bill e receber o segundo amarelo, expulsão correta. A partir daí, o Coxa foi todo pressão, mas criou apenas uma única boa chance, com Rafinha, mas que Marcos novamente fez milagre.

Mas, no resumo da partida, achei que o Palmeiras merecia sorte maior na partida.

E vocês, o que tem para comentar sobre essa 14ª rodada? Que ainda tem três jogos hoje.