Pitacos: Cruzeiro 3×3 São Paulo

Um jogo emocionante aconteceu na noite de ontem, nem tanto pela qualidade, mas pelas variáveis e alternativas que o jogo permitiu. No final, um empate péssimo para os dois. Ruim para o São Paulo que pode ver seus adversários na luta pelo título abrirem vantagem e ruim para o Cruzeiro que continua perigosamente próximo do rebaixamento.

O primeiro começou com o time da casa arriscando uma pressão inicial, mas logo contornada pelo visitante, com bons contra-atraques e domínio do meio de campo. Contudo, em um lance isolado, Montillo avançou e cruzou para Keirrison abrir o marcador, enquanto os marcadores tricolores olhavam tudo isso.

Mesmo assim, o São Paulo continuou melhor e criava algumas chances, em uma delas Cicero apareceu sozinho na cara do gol, deixou a bola escapar e pulou quando o goleiro Fábio se aproximou, o juiz inventou um pênalti para o tricolor. Na cobrança, o “afobado” Luis Fabiano bateu no canto sem força, fácil para Fábio pegar.

O lance que poderia abater o atacante na descida dos vestiários teve efeito contrário, o jogador voltou para o segundo tempo motivado e disputou a ajudar o tricolor. E logo aos 14 minutos, o atacante deixou Cícero na cara do gol, o volante tricolor só teve o trabalho de tirar de Fábio e empatar a partida.

O São Paulo cresceu de vez na partida e partiu para cima, aí apareceu mais uma vez Dagoberto. O atacante são paulino fez mais uma obra-prima nesse campeonato, deixou três marcadores para trás e tocou por cima de Fábio, simplesmente um golaço.

Porém seis minutos depois, Montillo cobrou a falta para o meio da área, Ceni hesitou na saída e ficou vendido no lance, para completar na sobra Luis Fabiano escorregou e deixou Charles livre para chutar para o gol vazio.

Nesse momento, o jogo ganhava em emoção e mais uma vez Dagoberto apareceu, o atacante fez um passe primoroso para Juan cabecear e colocar novamente o São Paulo em vantagem. Parecia que por mais que a defesa falhasse o tricolor sairia de campo vencedor.

Só parecia, em mais uma falha da defesa tricolor, o Cruzeiro chegou ao empate, em escanteio cobrado por Montillo Everton desviou na primeira trave e encontrou Anselmo Ramon sozinho embaixo do gol para empatar a partida. Detalhe que no lance haviam 5 são paulinos contra 2 cruzeirenses e os dois conseguiram tocar na bola.

O jogo continuou franco, porém ninguém mais conseguiu colocar a bola no fundo das redes.

No fim, ficou a sensação de que o São Paulo foi o grande derrotado, era nítido a supremacia do time sobre o desorientado Cruzeiro, porém o time teve falhas individuais na partida que culminaram em dois pontos para o lixo.

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 3 X 3 SÃO PAULO

Data: 5/10/2011
Local: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas (MG)
Árbitro: Paulo Henrique Godoy Bezerra (SP)
Auxiliares: Erich Bandeira (PE) e Nadine Schram Câmara Bastos (SC)
Renda/público: R$ 108.375,00 / 9.944 pessoas

Cartões amarelos: Fábio e Charles (Cruzeiro); João Felipe, Denílson e Dagoberto (São Paulo)
Cartões vermelhos: Denílson (São Paulo)

Gols: Keirrison, 12′ 1º T (1-0), Cicero, 14′ 2º T (1-1), Dagoberto, 19′ 2º T (1-2), Charles, 26′ 2º T (2-2), Juan, 31′ 2º T (2-3) e Anselmo Ramon, 34′ 2º T (3-3)

CRUZEIRO: Fábio; Vítor, Victorino, Léo e Everton; Marquinhos Paraná, Charles, Roger (Elber) e Montillo; Farías (Anselmo Ramon) e Keirrison (Wellington Paulista). Técnico: Vágner Mancini.

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Jean (Casemiro – 41’/2T), João Filipe, Rhodolfo e Juan; Denílson, Carlinhos Paraíba, Rivaldo e Cícero; Dagoberto (Marlos – 43’/2T) e Luís Fabiano. Técnico: Adilson Batista.

Galera, não deixem de participar da enquete ao lado.

Pitacos: São Paulo 0x0 Corinthians

Ontem foi dia de Majestoso, mas esqueceram de avisar a maioria dos escolhidos que participaram dessa peleja.

São Paulo e Corinthians fizeram um clássico corrido, mas sem qualidade alguma, parecia um jogo da Série B.

O São Paulo foi melhor e tinha tudo para sair com os três pontos e afundar de vez o rival, mas faltou o centroavante. Esse tem sido o problema crônico do time, a falta de um homem de área, o que tem feito o time jogar vários pontos dentro de casa no lixo.

Aliás, não entendo porque o time já não monta seu esquema desta forma, Henrique e William José estão no banco para isso, o São Paulo sente falta da referência, mas não usa as peças que tem disponível no elenco para isso.

No jogo, apenas João Felipe teve atuação destacada, mesmo abusando em alguns lances. Casemiro também fez boa partida assim como Juan. Agora, sinceramente não entendo o que Cícero e Carlinhos fazem no time titular. O primeiro é nítido que está jogando na posição errada, deveria estar mais recuado, o segundo erra passes demais, na minha opinião é um novo Richarlyson, muita vontade, muita correria, mas completamente limitado tecnicamente.

O Corinthians jogou como time pequeno, acuado em seu campo. Em determinados momentos, todos os jogadores ficavam atrás da linha da bola. Liédson, Alex e Paulinho foram lamentáveis. William parece ter gasto seu gás no primeiro semestre. Apenas Sheik se salvou na partida de ontem, o atacante era a válvula de escape do alvinegro e infernizou a defesa tricolor.

O Corinthians está preso na filosofia de seu treinador, Tite é ótimo para arrumar a casa, depois fica previsível, é um treinador de apenas uma tática, com o passar do tempo fica fácil marcar o time e ele não tem capacidade de criar variações táticas. Esta altura do campeonato é besteira trocar, mas acho que o Corinthians deve pensar em quem realmente comandará o elenco em 2012.

Em resumo, apesar da diferença de postura dos jogadores, o que determinou o 0x0 foi a covardia dos treinadores. Tite transformou o Corinthians em um time pequeno, enquanto Adilson não teve ousadia nenhuma nas substituições, mesmo com toda a superioridade, ele insistiu em manter os três volantes.

No fim, o São Paulo assume a liderança provisória e o Corinthians ganha fôlego na crise que se instalava no clube.

Pitacos: São Paulo 1×2 Fluminense

Galera do blog, ontem acompanhei ao duelos de tricolores no Morumbi, São Paulo e Fluminense se enfrentaram e o tricolor paulista continua com aproveitamento coerente contra os cariocas dentro de casa, perdeu todas. O São Paulo perdeu por 2×1 e podia ter sido pior.

O jogo começou com o Fluminense pressionando a saída de bola do São Paulo, o clube paulista mostrou seu maior defeito, o time não tem movimentação no meio de campo para dar opção, apesar da qualidade dos jogadores, a falta de entrosamento tático não deixa o time sair jogando. Tanto que o Fluminense parecia jogar em casa, e o gol parecia questão de tempo e saiu aos 17, em tentativa de Marquinho, a bola sobrou para Lanzini abrir o marcador.

O gol não mudou muito no panorama da partida, o FLuminense continuava dominando as ações do jogo, apenas com o passar do primeiro tempo que o time carioca afrouxou um pouco a marcação e o São Paulo começou a pressionar, mas nada muito eficaz, novamente o São Paulo esbarrava na pouca mobilidade do meio de campo e na ausência de um centroavante para contribuir nessa movimentação.

No intervalo, surpreendentemente Adilson sacou Rivaldo e colocou William José, de fato uma boa substituição, Rivaldo foi muito mal no primeiro tempo e William é centroavante de ofício, jogador de joga dentro da área, com ele o São Paulo voltou mais forte e passou a pressionar o adversário, porém pressão de campo e posse de bola, não de chances de gol e ainda começava a se expor muito ao adversário, foi quando o Fluminense tratou de acertar uma ótima jogada que terminou com Sóbis aumentando a vantagem para o time de Abelão.

E a ducha de água fria que o time de Adilson levou só não foi pior, porque o árbitro resolveu dar um pouco de emoção na partida, o juiz deu um pênalti a favor do São Paulo, para mim não houve, porém, Ceni não tem nada a ver com isso, cobrou e diminuiu para o São Paulo, a partir daí o jogo se concentrou no campo de defesa do Fluminense, só que novamente foi uma pressão de volume de jogo e não de chances criadas. No fim, o São Paulo sonhou com a liderança e terminou em quinto lugar, muito trabalho a ser feito e Adilson já pode ser cobrado, mas o maior culpado ainda é a falta de planejamento nos últimos dois anos da diretoria.

Destaques positivos da partida:
Lanzini, o meia do tricolor carioca tem estilo completamente diferente de Conca, mas está substituindo muito bem o craque argentino.
Mariano, o lateral do Fluminense embalou de vez e voltou a ser o lateral que levou o Fluminense ao título.
Marquinho, o sempre contestado meia fez boa partida ele é o Luan do Fluminense.
Cañete, apesar da falta de ritmo e do pouco tempo de jogo, mostrou que é um meia talentoso, deverá ser o tão sonhado camisa 10 que o São Paulo tanto procura.

Destaques negativos da partida:
Casemiro, o volante fez uma partida fraquissima, acho que poderia voltar ao salário anterior que ele jogava melhor.
Meio campo do São Paulo, parece um time de futebol Gulliver, todo mundo tem sua posição definida e não se mexe.
Juan, uma avenida ontem, justo no momento em que ele vinha embalando uma sequência razoável de partida.

Pitacos: São Paulo 3×0 Bahia

Galera do blog, ontem foi dia de assistir ao jogo do São Paulo contra o Bahia.

O São Paulo veio a campo com Rodrigo Caio improvisado na defesa (lamentável, um time do tamanho do São Paulo ter apenas um zagueiro disponível no elenco.), fora isso, Adilson colocou o que tinha de melhor em campo.

O tricolor fez valer o fator casa e pressionou, principalmente com Juan, o lateral esquerdo fez boa partida e foi a válvula de escape do tricolor, já que o Bahia optou por apenas defender na primeira etapa. E foi com Juan que nasceu o lance do primeiro gol, o lateral sofreu falta na entrada da área, Ceni cobrou a bola bateu na mão do zagueiro baiano e o árbitro assinalou pênalti. O próprio Ceni foi para a cobrança e marcou 1×0 para o São Paulo.

Quase cinco minutos depois, ocorreu um lance similar na área são paulina, mas o juiz preferiu não marcar pênalti. Li em diversos blogs e todo mundo defendeu o juiz alegando que não foi intencional o toque, eu considero pênalti. Independente de intenção ou não, a bola teve sua rota interferida pelo toque de Rodrigo Caio, eu marcaria pênalti, para sorte do meu tricolor eu não era o árbitro.

Independente deste lance, o São Paulo dominou as ações no primeiro tempo e podia ter feito mais, e fez somente no final do primeiro tempo com Dagoberto em um golaço, o atacante roubou a bola no meio de campo e avançou livre até o gol baiano, deu um belo toque e fez um lindo gol para encerrar o primeiro tempo.

Veio o segundo tempo e como de costume a falta de perna para o time da casa, é impressionante como o São Paulo parece mal preparado fisicamente, basta dizer que dos 17 gols sofridos pelo São Paulo no Brasileirão 15 foram no segundo tempo. Espero que a troca do preparador físico corrija esse problema no São Paulo.

Portanto, o Bahia cresceu no jogo e começou a dominar as ações, contudo o chamado “balde de água fria” veio logo aos cinco minutos com Lucas, em falha defensiva, o garoto ficou na cara do goleiro Marcelo Lomba e só teve o trabalho de acertar um chute cruzado no fundo das redes.

A partir daí, o jogo ficou morno, pois o Bahia esbarrava na própria limitação e o São Paulo com um jogador a menos (Piris foi expulso aos 10 do segundo tempo) tocaram o jogo tediosamente.

No fim, o São Paulo mostra que possui um bom time com dois graves problemas, o primeiro é a falta de peças para a zaga, o segundo é o preparo físico do time que nitidamente cai de produção no segundo tempo.

Pelo Bahia, não gostei da postura excessivamente defensiva do time, ele possui talento para ser um time atrevido, para jogar como ontem o time pode assinar o atestado da segunda divisão.

Pitacos: Coritiba 3×4 São Paulo

Galera do blog, ontem foi dia de futebol e de muitos gols, mas fiquei limitado apenas ao jogo do São Paulo.

O São Paulo enfrentou o Coritiba fora de casa e saiu com um ótimo resultado, 03 pontos na conta e aproximação ao líder, contudo o jogo que parecia mais fácil do que seria ficou mais difícil do que deveria.

O jogo começou com a pressão tradicional do time da casa, o Coritiba chegou até a mandar uma bola na trave com Rafinha, anunciando que seria um jogo complicado para o São Paulo, mas o tricolor soube suportar a pressão adversária e marcou um belo gol com Carlinhos Paraíba, apesar do balde de água fria, o Coxa continuou tentando chegar ao gol, mas faltava o passe final.

Antes que esse passe chegasse, o São Paulo tratou de acertar mais um eficiente ataque, um longo lançamento de Rhodolfo encontrou Juan na entrada da área, o lateral esquerdo aproveitou o mal posicionamento de Edson Bastos e tocou por cima do goleiro para ampliar a vantagem paulista no jogo.

O segundo gol desarrumou o meio campo do time paranaense que passou a ficar perdido na marcação deixando o São Paulo controlar as ações do jogo, e o tricolor estava impossível no primeiro tempo em boa trama coletiva e após algumas tabelas, a bola encontrou Dagoberto dentro da área que só teve o trabalho de chutar forte para vencer Edson Bastos e decretar o 3×0 do primeiro tempo, para piorar no final da primeira etapa, Davi foi expulso por reclamar acintosamente após cometer uma falta e receber o amarelo.

Quem imaginou o Coritiba entregue no segundo tempo, se surpreendeu quando viu o time paranaense em busca do jogo, pressionando o São Paulo e tentando diminuir, só que novamente, em jogada individual o São Paulo conteve o ímpeto do Coxa, em passe errado na defesa, a bola caiu no pé de Lucas que bateu por cobertura, marcando um golaço e ampliando o marcador. O São Paulo passou a comandar as ações do jogo e aproveitar da vantagem númerica para dominar o jogo.

Porém, apenas para Adilson não esquecer o que aconteceu na rodada passada, o sistema defensivo resolveu mostrar que ainda precisa se entender, em bola mal afastada, Rafinha diminuiu a vantagem tricolor, não suficiente 7 minutos depois, Bill recebeu a bola na entrada da área, trombou com toda a zaga tricolor e caído no chão conseguiu empurrar para o fundo das redes e trazer uma certa adrenalina para o final da partida.

Adrenalina que ficou maior ainda nos minutos finais do jogo, já que a defesa deixou Rafinha cruzar tranquilamente para Bill tornou a partida ganha em jogo complicado. Contudo, o Coxa não conseguiu criar mais nenhuma grande chance.

Para os dois times ficou a lição de aprender com os erros de cada tempo, o Coxa não pode fazer um primeiro tempo como fez, assim como o São Paulo não pode fazer um segundo tempo como fez.

Confesso que só pelos melhores momentos, já achei o jogo entre Santos e Flamengo fora de série, vou tentar assistir ao VT completo da partida para depois falar sobre esse jogo.

Pitacos 24.03.2011

Galera do blog, ontem acompanhei simultaneamente os jogos do Fluminense e do São Paulo, confesso que é um pouco complicado, mas vou passar as minhas considerações e peço que vocês façam seus comentários para ver se posso continuar vendo dois jogos ao mesmo tempo.

O mais curioso dos dois jogos, foi a sensação de injustiça do resultado durante a maior parte do tempo, no do Rio, a justiça aconteceu no apagar das luzes, no de Jundiaí, o futebol mostrou porque é incrível e deu a vitória ao time “desmerecedor”.

No jogo do Engenhão, o Fluminense jogou muito mais com o coração do que com a técnica. O time entrou com espírito parecido da arrancada final de 2009 na fuga pelo rebaixamento, o time foi valente, guerreiro, mas totalmente desorganizado, e essa desorganização culminou em um lance curioso no primeiro gol dos mexicanos. Silêncio no Engenhão que durou pouco tempo, pois na vontade Gum empatou a partida e voltou a colocar a Fluminense vivo na Libertadores.

Após o gol o jogo seguiu por mais ou menos 50 minutos da mesma forma, o Fluminense tinha o ímpeto mas faltava tranquilidade para criar reais chances de gol, enquanto os mexicanos “catimbavam” o jogo a vontade. Foi quando novamente, o imponderável aconteceu, em um lance isolado na ponta direita da defesa tricolor, a bola foi alçada de forma despretensiosa na área e encontrou Digão que colocou a bola para dentro do próprio patrimônio. Nesse momento, o jogo marcava 27 do segundo tempo, e o cenário dava como impossível a situação do Fluminense na Libertadores.

Mas, como diria Nelson Rodrigues, o Fluminense possui o elemento Sobrenatural de Almeida em campo e ele resolveu aparecer, primeiro com Araújo para empatar e depois com Deco aos 44. Sim, Deco, ele que ainda não tinha justificado sua contratação, resolveu aparecer e decidir a partida.

No final, o Fluminense continua muito vivo na Libertadores, mas a tarefa será dificílima.

No jogo de Jundiaí, o São Paulo dominou o jogo inteiro, pressionou o Paulista no seu campo e criou inúmeras chances de gol, enquanto o Paulista teve 5 bons lances e um aproveitamento incrível, pois aproveitou três delas. Enquanto o tricolor, teve mais um pênalti não marcado, quando o jogo ainda estava 1×0 e algumas falhas de marcação no meio de campo. Concordei com a substituição de Carpegiani, Casemiro não estava bem mesmo, contudo ilsinho entrou mas não jogou, poderia ter sido substituído logo no começo do segundo tempo novamente.

O resultado não foi justo, mas o futebol é assim e o jogo serviu para prestar atenção para o próximo jogo que é o clássico com o Corinthians, o lado direito do tricolor está mais equilibrado, mas precisa alguém para tabelar com Jean, do lado esquerdo falta melhor postura defensiva, Juan não tem conseguido dar a mesma segurança que Jean.

Na defesa, fica nítido que Rhodolfo foi uma contratação cirúrgica, o trio composto por ele, Miranda e A. Silva formam a melhor defesa do Brasil atualmente.

Voltando ao jogo, o São Paulo teve uma noite desafortunada, mas nada que comprometa o rumo das coisas. Uma coisa é certo, será um grande clássico no domingo, inclusive com a possibilidade de Ceni marcar o 100º gol da sua carreira.