Rapidinhas do Camisa 10 – 26.06.2013

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O gigante acordou! aproveitando do lema que toma conta das manifestações pelo país afora, parece que a família Scolari resolveu usá-lo como mantra. O time ainda não convence, oscila muito e apresenta algumas falhas de entrosamento, mas o time passou a vencer. Não teve dificuldades contra Japão, México e Itália. Tudo bem que em dois jogos, o time achou gols logo no início, mas o time parece no caminho certo, principalmente porque Neymar começou a aparecer.

Desmanche na baixada… Falando em Neymar, o Santos pretende fazer uma verdadeira limpa no plantel. Após a saída de Neymar, André e Durval, Felipe Anderson foi vendido ontem para o Lazio. Entre os titulares, Rafael e Arouca também devem sair, não sei quanto do dinheiro será revertido em contratação nessa janela, mas uma coisa é certa, o time terá que se acertar o rapidinho ou o torcedor passará muito sufoco nesse segundo semestre.

Fim de uma era…Pero no mucho.. A geração vencedora da Libertadores e Mundial parecem estar com os dias contados. Jorge Henrique já foi para o Inter, Paulinho parece de malas prontas para o Tottenham, Sheik balança pelo amor ao Bonde do Mengão, sendo assim Tite enfrentará mais uma vez, uma reformulação do elenco corintiano, até agora foi tudo bem, pelas peças de reposição a tendência é que a transição seja tranquila, mas ainda sim é uma transição.

Formula de louco. Diz o ditado, que é impossível obter resultados diferentes realizando as mesmas coisas. Porém Juvenal Scotch Juvêncio parece estar muito ébrio para entender esse ditado, acabou de anunciar Clemente Rodriguez como o novo lateral esquerdo do São Paulo. Vale lembrar que Clemente veio para substituir Juan que havia sido afastado e reintegrado após a lesão de Carleto e o afastamento de Cortez que havia sido contratado para substituir Juan. Mais uma dose para eu entender.

Inspiração no Brasil… E eis que a Espanha mostra que sua inspiração continua vindo do Brasil. Após a vitória sobre a Nigéria, alguns jogadores da Fúria quiseram fazer uma festinha regada por pagode e moças da região. No fim, eles conheceram outra problema que vivemos hoje, o padrão Fifa, os seguranças que estavam nesse padrão proibiram essas amigas dos espanhóis subirem. Shakira agradece.

Só para lembrar… De Juca Kfouri, no ‘Uol’: “Sempre é bom lembrar: a Fifa não pediu para o Brasil receber a Copa. Foi o Brasil que se ofereceu para receber a festa da Fifa. E foram os governadores de todos os partidos, do PT, do PSDB, do PMDB, do PSB que concordaram em erguer as faraônicas arenas que encantam os olhos e irritam as prioridades nacionais.”

Será que vai dar jogo? Ainda sobre as manifestações, existe um clima de tensão a respeito da partida de hoje do Brasil. A Polícia Militar suspeita que mais de 100 mil pessoas estariam prontas para a manifestação próximo ao início do jogo, segundo a própria polícia dependendo do volume, hora de início e por onde ela ocorrer existe o risco dos ônibus das delegações de Brasil e Uruguai não chegarem ao estádio. Se o clima dentro dos estádio está ótimo, a tensão pelo que o que acontece fora assusta aos “organizadores”.

Lugano ganhando o jogo ou pelo menos tentanto a única forma que o Uruguai pode tentar levar a partida contra o Brasil, na catimba. Lugano disse que Neymar continua simulando faltas e que achou muita coincidência o árbitro chileno ser escolhido para apitar a partida, já que O Brasil “cedeu” para o Chile ser o país-sede da Copa América de 2015. Lugano fez a parte dele e criou um clima tenso para o árbitro e para o principal jogador brasileiro, resta agora Neymar ignorar esses comentários.

Longevidade… Rogério Ceni está completando 20 anos desde sua estréia pelo São Paulo, mais uma grande marca obtida pelo goleiro-artilheiro. Parabéns!

Dúvida da semana… O Taiti teria boa atuação na Copa Kaiser de Confederações?

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Pitacos: E o melhor time do Brasil está na final…

Galera do blog, ontem foi dia de acompanhar o jogo de volta entre Corinthians e Santos. E diferente da primeira partida, onde houve um amplo domínio do Corinthians, ontem a partida foi muito mais equilibrada, além de muito boa.

O Santos resolveu começar a partida como terminou na Vila Belmiro, com três atacantes e Elano no banco. No primeiro tempo, o domínio foi santista, principalmente porque Arouca “veio” para o jogo e Neymar resolveu se movimentar mais. Essa mudança de postura, acuou o time corintiano que não conseguia avançar a defesa santista com o mesmo volume de jogo que tornou normal ao time de Tite.

O Santos mostrou paciência no primeiro tempo, em trocar bolas, buscar as melhores alternativas até Neymar construir a jogada do gol, ganhou de Fabio Santos com um ótimo giro, partiu para cima da defesa e lançou Kardec na direita, o atacante só teve o trabalho de cruzar para dentro da área, Borges deu o toque providencial, mas a bola precisou encontrar Neymar para que o atacante tocasse a bola para o fundo das redes.

O Santos ainda continuou com maior volume e poderia ter ampliado, mas foi para o intervalo com um bom resultado e sabendo que a paciência seria a resposta para a classificação. Pelo Corinthians, parece que simplesmente Tite chegou no vestiário e disse “Vamos jogar??”.

Porque veio a segunda etapa, e a postura corintiana mudou e além de tudo premiada logo de imediato. Com menos de dois minutos, em bola alçada na área, a bola encontrou Danilo livre que só teve o trabalho de empurrar para as redes e mais uma vez o jogador é decisivo na Libertadores.

O jogo seguiu e Corinthians foi melhor no segundo tempo, voltou a ser mais sólido no segundo tempo e sofreu poucos sustos. Assim o jogo caminhava para o seu final e o Corinthians que foi melhor durante os 180 minutos se classificava para a final.

Após a classificação fica mais fácil pontuar algumas coisas. É óbvio que a fraca atuação do Santos na Vila foi fundamental para a desclassifcação do time. Neymar foi bem no geral, mesmo para um craque fica difícil resolver tudo sozinho. E aí vem o ponto principal do duelo, ficou claro que um elenco mais completo é melhor que possuir apenas um craque. Neymar teve apenas a companhia de Arouca e no segundo jogo.

Para o Corinthians não precisa muitos conselhos, talvez apenas a possibilidade de Tite sacar Jorge Henrique do time e deixar Liedson, contanto que Sheik ajude na marcação como JH. Fora isso, o Corinthians chega a final da Libertadores porque hoje é o melhor time do Brasil.

Pitacos: Quem chora pode até mamar, mas não ganha Libertadores…

Galera do blog, ontem foi uma quarta-feira cheia de futebol. Mas como de costume, acompanhei a Libertadores. Consegui ver o segundo tempo do jogo do Boca Juniors e o jogo inteiro do Corinthians.

No jogo do Boca, a vitória por 2×1 é perigosa, como já disse o time é cascudo, mas está longe de seu melhor elenco. Mouche, Riquelme e Santigo “El Tanque” Silva são as pessoas que resolvem. Por sinal, o primeiro gol do Boca foi um golaço coletivo finalizado por Riquelme.

Sobre o jogo do Corinthians não podia ter sido diferente, jogo nervoso, muito pegado e com poucas chances de gol. O Corinthians não criou nenhuma chance aguda de gol, enquanto o Emelec teve três chances mais perigosas, mas encontrou o estreante Cássio para evitar o gol.

O Corinthians jogou sem Liédson e sentiu muito a ausência de um centroavante fixo, como o time não tinha quem segurasse a dupla de zaga dentro da área, Tite viu o Emelec adiantar sua marcação e marcar quase na intermediária o trio Sheik-William e Jorge Henrique.

Essa marcação sempre mais dura e que quase sempre conta com arbitragens caseira começou a irritar Sheik e Jorge Henrique.

Apenas uma observação nesse momento. Esse tipo de arbitragem é normal em Libertadores, não adianta ficar esperniando e reclamando depois, basta aproveitá-la no jogo em casa. O Corinthians terá o mesmo benefício quando for jogar no Pacaembu, na Libertadores se começar com muito “chororô”, os árbitros podem atuar contra.

Voltando ao jogo, mesmo com toda essa marcação pesada, o Corinthians equilibrou o primeiro tempo e terminou levemente melhor. Mas o empate era justo para a primeira etapa.

Veio o segundo tempo e como sempre, os brasileiros são especialistas em bobagens na Libertadores. Jorge Henrique precisou de apenas 7 minutos do segundo tempo para mostrar que mesmo o intervalo não havia esfriado sua cabeça. Em outra chegada dura dos equatorianos, o baixinho resolveu deixar um cotovelo para acertar o adversário, justamente punido com o cartão vermelho.

Com a vantagem numérica, o Emelec aproveitou o apoio da torcida e partiu para cima afim de conseguir seu resultado.

E os equatorianos até assustaram, principalmente em uma falta cobrada pelo bom Valencia que explodiu no travessão, e mais outras duas bolas que contaram com ótima intervenção de Cássio, uma delas a queima-roupa.
No final, o Corinthians saiu com uma ótima vantagem, perigosa, mas ótima. Vale lembrar que empate com gols elimina o time brasileiro.

Falta apenas um jogo das oitavas e o único que conseguiu realmente uma ótima vantagem foi o Veléz que venceu sua partida por 1×0 na casa do adversário. Promessa de grandes emoções nos jogos de volta.

Pitacos: Entre apagões a apagados.

Galera do blog, ontem acompanhei o clássico paulista, o jogo do meu tricolor e Colônia e Dortmund pelo campeonato alemão. Vamos nos concentrar no clássico.

O clássico pode ser dividido em 4 atos.

1º ato: Domínio alviverde. Durante os primeiros 30 minutos de jogo, o Palmeiras dominou as ações e conseguiu evitar a famosa pressão inicial do Corinthians. O time conseguiu ganhar o meio de campo e partir para cima do Corinthians. Além disso, contou com a sorte no chute de Assunção. Sorte por ter sido ele que chutou livre de marcação, sorte por ter desviado em Castan e sorte por ter Julio Cesar na meta adversária.

Com o gol, o Palmeiras jogou da forma que gosta na retranca. Os comandados de Felipão não davam espaços para a criação corintiana que ao invés de seu tradicional jogo de troca de passes na frente do gol, optou por ficar alçando bolas aéreas que batiam e voltavam. O Palmeiras recuava, mas não era assustado pelo adversário e dominava o primeiro tempo.

2º ato: O “Se” que não entra em campo. Eis que aos 35 minutos, em um jogo quente, onde Liédson já tinha exagerado no pé alto e merecidamente havia recebido cartão amarelo, Chicão dá uma entrada criminosa em Barcos, acertando o tornozelo adversário sem o menor intuito de acertar a bola. Para mim, vermelho sem conversa, mas o juiz preferiu deixar para lá e dar apenas um amarelo para o zagueiro, o que depois fez o juiz ser condescendente com Marcio Araujo que também seria ao decorrer da partida merecedor do vermelho.

Mas como o se não entra em campo. Chicão e Marcio Araujo continuaram em campo até o final do primeiro tempo. E eles teriam seus papéis de destaque na segunda etapa.

3º ato: Cochilo palmeirense e Liedson fundamental. Veio o segundo tempo, mas o Palmeiras pareceu ter ficado no vestiário. Aquela pressão que o time tinha abafado no primeiro tempo, o time deixou tomar no segundo. O Corinthians partiu contudo para cima e conseguiu dois gols em 6 minutos, em lances de pane do sistema defensivo palmeirense.

Tem atacante que passa por fases tão desagradáveis que nada ajuda, mas esse não é o caso de Liédson. O Levezinho mesmo na seca de 13 partidas vem sendo fundamental para o time e mostrando porque todos ainda confiam nele. Além de assistências prestadas no ano, no clássico, ele estava na jogada dos dois gols.

Foi a partir de um toque dele, que a bola tocou em Marcio Araujo e sobrou para Paulinho encher o pé e empatar a partida. E foi a presença dele no segundo gol, que fez Marcio Araujo tentar tirar a bola e colocar contra o próprio patrimônio. O próprio Marcio Araujo que era para ter sido expulso no primeiro tempo, caso Chicão também fosse.

4º ato: O resto do jogo. Apesar da palavra resto parecer depreciativa, depois de tudo que aconteceu nos 60 minutos iniciais, os 30 finais foram apenas complemento. E aí, devido a vantagem no placar, o Corinthians soube se impor e só não ampliou a partida devido a Síndrome de Tite. Onde o time até cria várias oportunidades, mas parece condenado a vencer por apenas um gol de vantagem.

Pelo lado corintiano, fica a certeza de que Chicão é importante para o time, enquanto Castan e Julio Cesar assustam, Edenilson um achado na direita, e Fabio Santos tem atuado bem na esquerda. Ralf e Paulinho dispensam comentários. Do meio para frente, apenas a ressalva de que Sheik merece titular e que JH é titular muito mais pelo psicológico do que pelo futebol.

No lado alviverde, a pane atrapalha maiores análises, mas excluindo os 15 minutos iniciais do primeiro tempo. O Palmeiras tem uma defesa sólida e um bom lateral esquerda, porém arrumou um problema na direita, Cicinho era o titular absoluto, mas as boas e pontuais exibições de Artur, criaram uma dúvida na posição e hoje nem um, nem o outro estão bem. No meio, Marcio Araujo é um esforçado primeiro volante, Pierre deveria estar aqui e como faz falta. Na frente, Barcos foi peça nula, mas o centroavante argentino precisa de seu companheiro para jogar e aí foi a maior decepção do clássico, Maikon Leite não apareceu em campo, sobrecarregou Valdivia na armação e fez com que Barcos pouco aparecesse para o jogo.

E foi por causa desse resultado que temos um novo líder, o São Paulo que venceu por 1×0 o Mirassol. O tricolor foi superior e criou boas jogadas, mas parou na violência do adversário ou na falta de capricho para a finalização. O time do interior abusou do direito de fazer falta e o juiz só queria saber de conversa. O time vai ganhando mais conjunto, mas ainda não está “azeitado”, promete dar trabalho no mata-mata, porque Lucas está em ótima fase.

Apenas para fechar, abri meu domingo assistindo a Colônia e Dortmund. Achei engraçado, como um jogo do campeonato alemão, a bola rola mais do que nos jogos aqui no Brasil. Os times deixam o outro jogar, a falta é recurso apenas quando não tem outro jeito. O Dortmund tem tudo para se sagrar campeão na Alemanha, mesmo tendo o Bayern no campeonato. E o Colônia se não tivesse Podolski podia ter certeza que estaria na segundona. Ah, o placar final 4×1 para o Dortmund.

Pitacos: Isso é Libertadores!!

Ontem foi dia de entender porque a Libertadores é tão diferente dos outros campeonatos.

Consegui acompanhar na íntegra os jogos de Santos e Corinthians.

No jogo do Santos, o time da Vila parecia estar na praia. Quase não sentiu os efeitos da altitude e atropelou o The Strongest em campo. Tanto que abriu o marcador na bola parada. Ganso cruzou e Neymar desviou, o goleiro que estava no meio do caminho deu rebote e Henrique só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes.

Depois do gol, o Santos resolveu tirar um pouco o pé e aí o time boliviano cresceu. Na Libertadores não se pode dar chance ao adversário, porque normalmente ele vai fazer gol nessa chance.

E ainda no primeiro tempo, o The Strongest chegou ao empate. Em cruzamento na área, a defesa ficou olhando e Cristaldo só teve o trabalho de empurrar para o fundo das redes.

O primeiro tempo continuou aberto com algumas chances para os dois lados, mas acabou empatado.

Veio o segundo tempo e o Santos massacrou o time boliviano, criou inúmeras chances, mas não esperava encontrar Neymar em uma tarde “normal”. O atacante perdeu três boas oportunidades e Elano jogou uma bola caprichosamente na trave. Eu desconfio que foi na Libertadores que surgiu o ditado “quem não faz, toma”.

Pois já nos acréscimos, o The Strongest chegou a virada em cobrança de escanteio. Uma derrota considerada normal, porém, diante das circunstâncias do jogo, três pontos jogados fora.

Individualmente, destaque positivo para Ganso, Ibson e Henrique. Negativo, para Pará e Durval.

Depois foi a vez de ver o Corinthians jogar.

E o Corinthians começou igual ao Santos, se sentindo no Pacaembu. O time dominou as ações e mostrou sua maior característica, a marcação por pressão. Contudo, o time não criava chances reais, apenas Alessandro chegava bem.

E de repente, em um lance casual, na cobrança de um lateral, Chicão e Julio Cesar não se entenderam e Herrera que não tinha nada a ver com isso ganhou um gol de presente. O Táchira fazia 1×0 com 20 minutos de jogo no seu primeiro ataque.

O gol parece ter despertado o fantasma da Libertadores no time corintiano que passou a errar muito os passes próximo da área adversária. O Táchira aproveitou e arrastou o primeiro tempo até o seu final.

Veio o segundo tempo e nada mudou. Tite trocou 6 por meia dúzia, mas era o que ele podia fazer. O time sofria muito com a catimba venezuelana, mas não pode reclamar da sorte. Em lance dificílimo, o bandeira anulou um gol do Táchira. Que com certeza, 9 entre 10 bandeiras marcariam. Sorte do Corinthians em ter o bandeira certo ao seu lado.

Mesmo assim, o jogo foi se arrastando até o final. E a Libertadores deu mais um sinal que como ela é. No último lance, quando o Corinthians já não merecia mais o resultado, a bola foi alçada na área e encontrou Ralf para testar para o fundo das redes. Era o empate com sabor de vitória para o Corinthians.

Destaque positivo do Corinthians, Chicão, Alessandro e Ralf. Negativo, Liédson, Danilo e Jorge Henrique, ambos foram engolidos pela marcação venezuelana.

Pitacos: O Barça e Real paulista…

Sabe aqueles filmes que só de você ler a sinopse, você já sabe o que vai acontecer?

Então, Corinthians e São Paulo está nesse estágio. Você sabe que o São Paulo começa pressionando, sem querer grandes chances e de repente o Corinthians começa a assumir o jogo no meio de campo.

A partir daí, o time são paulino “entra em parafuso” e começa a apelar para faltas mais violentas. Sempre em cima de Jorge Henrique.

O primeiro tempo poderia muito bem ter terminado 3×1 ou até 4×1 para os donos da casa, além é lógico da vantagem númerica em jogadores.

Veio o segundo tempo e tardiamente a primeira expulsão do time são paulino, João Felipe sem cerébro e Jorge Henrique sem a bola protagonizaram a cena, onde o são paulino foi corretamente expulso.

Depois o Corinthians levou o jogo como gosta, sobrava para Lucas e Cortez as investidas mais perigosas do lado são paulino.

Pelo Corinthians, Jorge Henrique e Danilo foram os destaques, um nem tanto pelo talento, mas por desequilibrar o emocional do adversário. Enquanto, Danilo é o típico jogador de decisão, como ele cresce nos clássicos. O melhor em campo.

No São Paulo, o resultado não foi tão trágico, o time ainda está em formação e perder fora de casa um clássico é um resultado mais do que normal. A única ressalva é que Leão precisa prestar atenção que a dupla Edson Silva e Rhodolfo, passaram mais segurança do que João Felipe e Paulo Miranda. Os dois últimos perdem todas as disputas pelo alto.

No fim, o placar mais justo seria 2×0 com João Felipe, Welington e Chicão expulso.