Obrigado Klopp!!

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E o que aconteceu no Anfield ontem?

Nada melhor para essa época de renovação dos votos, renovarmos os nossos votos apaixonados pelo futebol. A virada épica que o Liverpool proporcionou em cima do Dortmund é mais um daqueles jogos que ficam para a história, e nos serve para mostrar que não é somente um esporte.

E se o Liverpool já fez algo parecido em 2005 em uma final de Champions, ele resolveu repetir como uma dose de novela das 21h para os espectadores. No banco de reserva, havia Jurgen Klopp. O treinador que recolocou o Dortmund na conquista de títulos, começa a trilhar seu caminho na terra dos Beatles.

Além disso, ambas as torcidas tem o mesmo cântico, You’ll never walk alone, traduzindo, você nunca andará sozinho. E ontem, essa música foi entoada pelas duas torcidas em homenagem a Klopp, quem imaginaria ao final do jogo que um clube teria esse respeito pelo ex-treinador.

Klopp junto de Tuchel proporcionaram um grande jogo para todos, principalmente para nós que apenas apreciamos a partida. Renovamos nosso espírito futebolístico e sabemos que nem eu, nem você, nem Klopp, nem ninguém estará sozinho nessa caminhada pelo futebol.

Obrigado Klopp.

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Aguardando as próximas criações…

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Em um fim de semana onde vi, Manchester’s, São Paulo, Barcelona, Flamengo e Vasco, quero destacar o querido Bayern Munchen. Nem tanto pelo jogo em si, pois foi de um único time, mas pelo que eu vi.

Um zagueiro, três laterais, um volante, três meias e dois atacantes. Imagine que o seu treinador indica que o seu time jogaria com esses jogadores espalhados pelo campo, qual seria sua reação?

E já aviso, o elenco não está enxuto, ele possui outros zagueiros no banco e demais peças para compor o time.

Pois bem, foi assim que Guardiola montou o seu Bayern nesse final de semana contra o Eintracht Frankfurt. Uma espécie de 3-4-3, sendo que sua linha de defesa tinha dois laterais e um único zagueiro. E era o Dante, que é para deixar qualquer alemão bávaro com o coração acelerado.

Na linha central, Alonso e Lahm mais centralizados, Weiser aberto na direita e Thiago e Gotze se movimentando muito, com a posse de bola, Gotze abria centro-esquerda e Thiago centraliza, sem a bola eles invertiam a posição.

Na linha de frente, Lewandowski, Muller e normalmente Gotze.

O jogo em si foi fácil para o Bayern, mas é incrível ver como Guardiola gosta de experimentar nesses jogos, já mostrou que se precisar joga feio como o fez na vitória sobre o Dortmund recentemente, mas é inegável sua vocação para recriar o futebol.

Guardiola tem encantamento ao pensar futebol e procura imaginar todas as possibilidade que seu time possa impor de futebol, buscando títulos obviamente, mas principalmente conseguindo isso jogando um futebol genuíno.

Guardiola é um grande alquimista do futebol. Jorge Ben estava certo.