E se o campeonato acabasse na 13ª rodada?

Romero roubou a cena contra o Flamengo

O Palmeiras seria campeão mesmo com um jogo a menos.

Vamos ver como será com esses jogos de segunda, talvez na próxima transfira esse post para uma eventual terça quando for necessário.

De qualquer forma, o Palmeiras terminará líder mesmo que perca por até dois gols de diferença para o Sport, isso porque o Corinthians chegou de vez. Embalado por uma grande atuação de Romero no segundo tempo, o time venceu bem demais o bom Flamengo e colou na vice liderança.

O G4 é completado por Grêmio e Santos. Os gaúchos venceram o duelo contra o trator do Argel e instalaram a crise de vez no lado vermelho do Rio Grande, o Colorado está a 5 partidas sem vencer. Já o Santos segue firme, fazendo o dever de casa e algumas vezes roubando ponto fora. Impressionante, como o time santista acerta nas contratações, Copete e Rodrigão parece que estão no Santos desde a saída de Neymar.

No meio da tabela, como sempre, trago um destaque positivo e outro negativo. E no meio da tabela dessa vez, temos o time que mais pontuou nos últimos cinco e jogos, sendo assim, o destaque positivo vai para o Galo que segue com boa sequência, são 13 pontos nos últimos 15 possíveis. O time parece ter se encontrado e irá dar bastante trabalho no campeonato.

No destaque negativo, vai para o Inter, apesar de ainda estar na quinta posição, o time precisa reagir, o time conquistou apenas 1 ponto dos últimos 15 possíveis, só conseguiu mais que o Santinha. Argel precisa achar uma resposta maior do que apenas seu jeito de motivar o grupo é preciso um resultado consistente em campo.

Falando no Santinha, na parte debaixo temos Coxa, Sport, Santa e América. Sendo que uma vitória do Sport hoje, coloca o Figueirense no grupo da degola. Assim, como o Inter precisa reagir, o Santa precisa despertar para a vida, o time que começou tão bem, agora acumula cinco derrotas seguidas.

A 13ª rodada teve até agora 19 gols, espero que o jogo de hoje melhore um pouco a média da rodada. São 5 vitórias dos mandantes, 3 empates e 1 vitória dos visitantes. E o meu destaque da rodada vai para o menino Romero.

O atacante corintiano deve em breve se tornar o maior artilheiro do estádio de Itaquera, gols conquistado pela estrela de um atacante que apesar de muito limitado tecnicamente, batalha muito, se dedica muito pelo time e nesse fim de semana foi premiado com dois gols e uma assistência.

E para vocês, como seria se o campeonato acabasse na 13ª rodada?

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Brasileirão só ano que vem agora…

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E o campeonato brasileiro chegou ao fim.

Acho que como muito das vagas já estavam definidas, essa última rodada foi melancólica, já por saber, que agora vem um monte de especulação e depois só os estaduais. A única emoção será o sorteio da Libertadores no dia 22 e os jogos na Europa até o início da Liberta.

E o campeonato acabou com o Corinthians sobrando em primeiro. O time mais regular, que apresentou um futebol “apenas” consistente no primeiro turno e um grande futebol no segundo turno. O Apenas foi entre aspas, porque ser consistente no futebol tupiniquim já é muita coisa.

Completando os representantes da Libertadores, estão Atlético-MG, Grêmio, São Paulo e Palmeiras. Ou seja, o trio de ferro que estava em baixa ao final do campeonato passado, voltou com tudo. Entre os classificados, só o São Paulo jogará a Pré-Libertadores.

Na turma, logo após o São Paulo, a sensação é de que um pouquinho de planejamento adequado, tinha sido tranquilo o quarto lugar, a vaga caiu no colo do São Paulo, a camisa pesou e levou, Santos abriu mão por causa da Copa do Brasil, Inter demorou a achar Argel e demitiu Aguirre desnecessariamente, Cruzeiro demorou para mudar o pojetu e por aí vai.

Milton Mendes que saiu cedo, Roger Machado que levou o Grêmio ao terceiro lugar, Guto Ferreira com as vezes surpreendente Chape e Eduardo Baptista que iniciou um bom trabalho no Sport são os treinadores que merecem um olhar atento em 2016 sobre quais próximos bons trabalhos farão.

Chegamos a degola. Joinville já estava lá, Goiás praticamente certo e se confirmou e os escolhidos finais foram Avai e Vasco. Sinceramente, Goias e Vasco são os que talvez, todavia, porém, se, não seria fora de cogitação escaparem. O time esmeraldino possui bons valores individuais. Renan, Fred, Rodrigo, Patrick, Bruno Henrique, Erik Lima são alguns.

E o Vasco demorou para arrumar a casa, o Vasco que terminou o campeonato é muito superior a vários times, porém como o chavão diz, Brasileirão é campeonato longo.

E assim, vai mais um Brasileirão, e eu já estou na agonia de esperar todas essas especulações durante um mês.

Nossos homens do boné!

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Imagina que hoje no Brasil Muricy, Abel Braga e Felipão estão sem clubes.
Lógico que Muricy está fora do mercado muito mais por opção própria (saúde) do que por estar disponível.

Fica evidente a passagem de bastão, Tite, Cuca e Marcelo Oliveira são os pioneiros desse grupo, mas Doriva, Leonardo Condé, Ricardinho, Eduardo Baptista, Fernando Diniz, Argel, Cristóvão Borges são a “próxima linhagem”

Outros se renovaram e possuem espaço, casos de Oswaldinho, Levir e Luxemburgo.

Contudo, diante dessa renovação, a desconfiança aparece e aí surgem as oportunidades para os treinadores estrangeiros.

Aguirre depois de sofrer bastante para implantar sua filosofia, colhe os bons frutos agora, seu Inter é um time consistente com elenco e com chances de disputar tudo esse ano.

Seguindo essa onda, o São Paulo mostra que tem tudo para colocar um técnico estrangeiro no clube, atualmente Osório do Atlético Nacional da Colômbia é o grande cotado, mas vale lembrar que desde a saída de Muricy, os nomes especulados foram Luxemburgo, Sabella, Sampaoli, André Villas Boas e agora Osório, ou seja, 80% dos nomes são de treinadores estrangeiros.

O que mais me impressiona entre os técnicos gringos é a formação acadêmica deles. Todos grandes teóricos e formados para atuarem como treinadores.

Por aqui, o que se vê é um monte de treinadores formados no terrão, como eles gostam de bater no peito.

Uma formação apenas prática, sem entendimento teórico sobre o que observar em uma partida.

Aliás, característica essa que tange toda nossa cadeia, imprensa, torcedores, jogadores e logicamente os treinadores, todo mundo é muito bom para falar do time de maneira geral, raríssimos os casos onde se olha uma particularidade, um pedaço daquele todo que pode ser a solução para vencer uma partida.

Nossas derrotas, sempre justificadas por uma infelicidade, um azar em um lance ou um apagão.

Eu vejo com bons olhos a possível chegada de alguns treinadores estrangeiros, garantindo a troca e ampliando o horizonte dos nossos homens do boné.

Ver dois gringos em dois grandes clubes do Brasil pode ser muito bom para todos.