A insustentável leveza de André Santos.

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Em 1984, Milan Kundera lançava o livro a Insustentável leveza do ser.

Um livro que tratava das relações entre Tomas, Sabina, Teresa e Franz. Os 4 personagens possuiam relações entre em si e as vezes o desinteresse de alguns personagens na seriedade das relações davam a narrativa, essa sensação de quase insustentável leveza para algo tão sério quanto a um relacionamento.

Tomas era bem de vida, possuia dinheiro e carreira consolidada e havia decidido simplesmente curtir sua vida. Sem compromissos sérios, mas sempre tratando da melhor forma possível as mulheres que encontrava no caminho.

Sabina era a versão feminina de Tomas. Principalmente no que se refere a essa busca insaciável pela leveza do ser, porém quando Tomas decide sumir com Teresa, Sabina entra em profunda depressão por finalmente ter conseguido o que queria. E, portanto, não entender porque não consegue desfrutar.

Teresa era uma eterna sonhadora, apesar do ambiente repulsivo que foi criada, ela sempre alimentou a esperança de que encontraria alguém em sua vida, quando se depara com Tomas pela primeira vez, acredita que ele é o homem da vida dela e decide largar tudo para viver com ele, enfrentando inclusive, as traições dele.

Franz era amante de Sabina. Casado, vivia arrumando desculpas para suas escapadas com Sabina. Não tinha grandes intenções com Sabina, apenas sexo, já que não iria desmontar sua imagem perante a sociedade.

O grande mote do livro é essa incapacidade que temos que tornar nossas relações leves, ou simplesmente aceitá-las como elas deveriam ser.

André Santos, Flamengo, Imprensa e Torcida são os personagens atuais que reescrevem esse livro.

Flamengo é Tomas, não precisa provar nada a ninguém. Tem respeito e currículo de gente grande, mas decidiu curtir a vida nos últimos tempos, e sempre que precisa recorre a sua Teresa (torcida), a única com quem realmente pretende ter algo sério.

Como já disse, Teresa é a torcida. A eterna sonhadora, aquela que ao bater o olho em Tomas, se apaixonou, viu nele tudo que sempre quis e decidiu acompanhá-lo eternamente, mesmo que isso envolvesse aguentar algumas traições ou pisadas na bola que Tomas cometesse.

A imprensa é Franz. Personagem quase despercebido nesse conto, que faz pose, não se compromete, mas faz questão de incentivar essa promiscuidade ao manter Sabina como sua amante.

Sobrou para André Santos, o papel de Sabina. A única realmente na história que consegue atingir a insustentável leveza do ser, mas não consegue lidar com isso. Sempre quis relações descompromissadas, nunca almejou comprometimento com ninguém, e sempre que a leveza lhe bate a porta, ele entra em depressão.

Só sei que nessa relação entre Tomas e Sabina, tão descompromissada e pueril, Teresa chora e Franz ri.

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Rapidinhas do Camisa 10 – 05.02.2014

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TJD querendo aparecer logo cedo… O pior não é a discussão sobre Valdivia e Ceni no último clássico, o pior é saber que o TJD quer julgar, por achar um absurdo o ocorrido, mas não tem a menor idéia em qual artigo irá enquadrar. Sugestão, enquadra no artigo “coisas de futebol”e param com mimimi.

Insistir no erro é burrice, agora isso … E eis que vejo uma matéria que por alguns instantes quis acreditar que era antiga. O Botafogo volta a cogitar a hipótese de trazer Jobson. Sinceramente, eu não consegui enxergar até agora, alguma demonstração por parte do jogador de que ele tenha melhorado sua índole, portanto trazer, seria apenas repetir o erro.

Faltou sacola, André? E André Santos protagonizou uma cena no mínimo curiosa nessa segunda-feira. Participante do programa Bem Amigos no Sportv, o jogador do Flamengo foi levar vários kits do clube para entregar aos participantes. Até aí, tudo bem, até porque se não levar, Arnaldo reclama. O problema é que André levou os kits do Flamengo, patrocinado pela Adidas, em uma sacola da Nike. Pô Adidas, libera uma sacola aí…

Espanhol obrigatório, inglês desejável… Que apesar de toda essa procura por estrangeiros, entre os times da Série A, o número pouco mudou. Ao final do Brasileirão tinhamos 42 estrangeiros e agora estamos com 41, esse número pode aumentar e a tendência é essa. Além da força da nossa economia sobre os países sulamericanos, Seedorf abriu portas para a chegada de europeus no final de carreira.

A mão de um treinador… Nunca acreditei tanto na capacidade de um técnico ser o principal responsável por um título, mas vira e mexe alguém aparece para colocar essa minha certeza em dúvida. Mourinho transformou o bom Chelsea em um fortíssimo Chelsea. O time vai disputar tudo esse ano e com grandes chances.

Mais choro e menos beijinho… Hernanes chorou na saída do estacionamento da Lazio dias antes de se transferir para a Inter de Milão. A questão não foi financeira, mas sim, uma boa oportunidade para todos os envolvidos. Mas o choro de Hernanes mostrou que alguns jogadores podem aprender a respeitar uma camisa e sua história sem precisar torcer para o time. Parabéns pelo choro de Hernanes e ao fim dos beijos desinteressados nos símbolos dos clubes.

Reizinho da Colina. Falando de jogadores que respeitam a camisa, eis que um grande exemplo dessa linhagem decidiu se aposentar. Juninho Pernambucano optou por pendurar as chuteiras agora no início do ano. O Reizinho da Colina deixa orfão fãs no Vasco, em Lyon, na Ilha do Retiro e principalmente pelo mundo afora que aprendeu a respeitar esse craque do futebol.

Mãe dos clássicos… Essa alcunha bem que poderia caber ao São Paulo atualmente. O clube que passou 2013 inteiro sem vencer um clássico, começa 2014 do mesmo jeito. A última vitória foi em Dezembro de 2012 contra o Corinthians, de lá para cá, são 11 jogos, três empates (todos em 0x0) e oito derrotas, 16 gols tomados e 3 tomados. A bronca de 40 minutos de Muricy foi bem pequena no final.

Terra da garoa em crise… O futebol paulista dá mais sinais que está por baixo atualmente, além de não ter nenhum representante na Libertadores nesse ano e ver seus clubes ainda procurando o rumo, são grandes as chances de nenhum jogador que atua em São Paulo representar a seleção canarinha na Copa. Algo que não acontece desde 1934, ou seja a 80 anos atrás.

Dúvida da semana… Dos 12 presos em Oruro, quantos estavam no CT querendo quebrar a perna de Pato e Sheik?

Futebol e suas coincidências…

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Galera, estava meio ausente e acabei nem falando do fim do Brasileirão. Mas pelo jeito, o Brasileirão ainda não acabou.

São grandes as chances de uma reviravolta e a Portuguesa ser rebaixada, salvando o Fluminense. Tudo isso, graças a escalação de um jogador de forma irregular que será enquadrado no artigo do 214 do CBJD.

“Art. 214. Incluir na equipe, ou fazer constar da súmula ou documento equivalente, atleta em situação irregular para participar de partida, prova ou equivalente. (Redação dada pela Resolução CNE nº 29 de 2009).

PENA: perda do número máximo de pontos atribuídos a uma vitória no regulamento da competição, independentemente do resultado da partida, prova ou equivalente, e multa de R$ 100,00 (cem reais) a R$ 100.000,00 (cem mil reais). (NR).
§ 1º Para os fins deste artigo, não serão computados os pontos eventualmente obtidos pelo infrator. (NR).
§ 2º O resultado da partida, prova ou equivalente será mantido, mas à entidade infratora não serão computados eventuais critérios de desempate que lhe beneficiem, constantes do regulamento da competição, como, entre outros, o registro da vitória ou de pontos marcados. (NR).”

Pelo artigo, a Portuguesa deverá perder 4 pontos, assim como o Flamengo por ter escalado André Santos na partida final.

O mais curioso dessa história é que pela primeira vez, estamos cobrando do STJD que ele não cumpra o regulamento. Que faça as vistas grossas que sempre fez e beneficie a Portuguesa.

Eu sou completamente contra essa mobilização “coitada da Portuguesa”. O clube errou e deve ser enquadrado no artigo e punido, assim fica mais fácil para cobrar quando uma agremiação entitulada grande for punida da mesma forma. Até porque, punindo a Lusa, o Flamengo também deverá ser punido e não haverá hipótese para não punir nas próximas vezes.

O que ninguém levantou a bandeira e a série de coincidências desse imbróglio judicial. Estranho Portuguesa e Flamengo cometerem o mesmo erro na última rodada. Será que as diretorias são tão amadoras a esse ponto, de não se atentar na última rodada para atletas em condição de “irregular”?

Porque justamente um time grande também do Rio resolveu cometer o mesmo erro de um pequeno, tornando assim mais aceitável a punição que a Lusa receba, já que o Flamengo também receberá.

Enfim, ou foi inocência demais ou sacanagem demais. Uma coisa é certa, eu apoio a punição aplicada para a Portuguesa e para o Flamengo.

O Furacão do paraná lá no Rio vira brisa do mar!

assessora21112013

Adivinha quem está de volta! O carioca marrento e com uma mão na taça já Fellipe Mello. Ele que esteve em Curitiba para acompanhar o jogo, conta na sua visão esculachada como foi a primeira partida da final.

Por Fellipe Mello.

Não mencionei no post anterior, mas estive presente no Maraca para ver o extermínio das periquitas do serrado. Deitei e rolei de alegria!

Passado esse episódio, o Natal e o réveillon pareciam mais próximos que a quarta-feira do jogo contra o Atlético e mais uma vez eu estaria lá para ver a Magnética demonstrar sua força e onipresença país afora.

O jogo seria num campo de várzea com arquibancada em volta, que eles resolveram chamar de estádio, onde teríamos 1.700 lugares. Tudo bem, né? Time pequeno, não tem torcida e não precisa jogar final em estádio grande! Cada um na sua proporção, pra cima delas Mengão!

A massa rubro-negra rapidamente esgotou as entradas pra ver as belas loiras de olhos azuis e morenas de olhos verdes que lá estariam. Afinal é pra isso que a região sul do país serve, né? Porque se tirarem as mulheres bonitas de lá, poderíamos dar a eles a tão sonhada independência sulista e nos livrar da boiolagem que lá reside!

Como meu voo sairia de Sampa, fui pro aeroporto sem fazer muito alarde, mas vestindo o manto-sagrado como sempre. Já que somos uma potência mundial futebolística e nossa superioridade magnânima causa a fúria dos pequenos era melhor não esculachar.

O esculacho verdadeiro já estava armado! Encontrei mais de 50 rubro-negros em Sampa indo pro jogo. A invasão não tinha local de origem, porque o mundo inteiro é Flamengo!

Na chegada ao aeroporto de Curitiba aqueles que vestiam Flamengo eram admirados. Olhares que misturavam medo e respeito nos observavam! O famoso “deixou chegar fudeu” era notado no semblante de cada paranaense. Os adversários do Atlético nos davam palavras de incentivo e os torcedores deles calados em respeito ao Mengão Pai de todos que havia chegado!

Curitiba era nossa parceiro! A cidade pintada de vermelho e preto com faixas horizontais, mostrava que Furacão só existe um: é aquele dos bailes funk cariocas e não esse timeco que nasceu tentando imitar o Mengão!

O pancadão carioca, no último volume, comia solto pela capital pras paranaenses rebolarem até o chão até a hora do jogo!

A chegada ao campo de pelada foi com a moral e o respeito que só as duas entidades máximas desse país merecem: o Flamengo e nossa presidenta! Com mais de uma hora de antecedência ao jogo a Cavalaria, Bope, PM e o cacete a quatro cercavam a Magnética em seu avanço pelas terras sulistas.

Dentro do estádio as moças curitibanas já ocupavam boa parte das arquibancadas, ansiosas pela chegada da figura masculina ímpar do país, obviamente os Cariocas!

Parecia o “Xou” da Xuxa quando invadimos a arquiba! Eram gritos estridentes e agudos, dignos dos astros do pop! Voz masculina, de fato, só na galera bem vestida com listras na horizontal. Soberania é assim amigo: quando 1.700 homens gritam de verdade, as 15.300 mulheres obedecem e fazem silêncio em respeito ao seu macho alpha!

Finalmente o jogo começou e como é de costume rolou aquele estudo básico entre as equipes, mas com o Flamengo ditando o ritmo e tomando a iniciativa. Não demorou muito para que a partida ficasse equilibrada e quando o jogo parecia morno, mas tão morno, que a defesa do Flamengo cochilou e Marcelo acordou o estádio inteiro com um canudo indefensável para Felipe! Era 1×0 pras gurias!

Golpe assimilado, era hora de juntar os cacos! Pra piorar perdemos Chicão e André Santos por contusão! Era tudo o que faltava pra galera que espera toda quarta-feira o final da novela secar a gente comemorar!

Só que parceiro, aqui é Flamengo, vestiu o manto-sagrado e tudo muda: anão vira gigante, gordo vira atleta, perna de pau vira craque e Amaral vira Vagner Love! Isso mesmo: Amaral, que pega um pega geral, pegou 15 mil curitibanas de uma vez só! E não foi no quarto da concentração não! Foi na frente de geral, sem pudor e sem caô, com um chute matador! De trancinha na cabeça e com a bola na gaveta que o Pitbull igualou o placar ainda no primeiro tempo!

Silêncio na várzea! O Furacão virou brisa do mar pra brindar a massa carioca ali presente e fazer da Vila Capanema um pedaço de Ipanema.

O Flamengo perdeu mil chances de matar o jogo, deu um milhão de vacilos na defesa e tomou aquele sufoco tradicional no final, tudo pra testar o coração da Nação pela emoção maior do TRI que nos espera na próxima quarta-feira.

Meninas, nós lhe avisamos que não viríamos pra fazer amizade! Pelo menos “umazinha” com a gente vocês tinham que dar! Afinal amigo de mulher é maquiador, e maquiador é profissão de tricolor, seja ele gremista, fluminense ou são paulino!

Copa do Brasil, tu não é tão gostosa quanto a Libertadores, assim como as paranaenses não são tão boas quanto as gaúchas, mas eu ainda te acho TRI-legal!

Semana que vem 70mil no Maraca! Deixou chegar, fudeu!

SRN

Festa do tomate à moda rubro-negra!

batmaerobson

Galera, Fellipe Mello gostou da brincadeira e embalado pela boa campanha do seu Flamengo na Copa do Brasil, nos presenteia com mais um texto cheio de humor e exxxculacho puro. E o pior é saber que essa história ainda vai acabar com um grito de É campeão!! rs…

Por Fellipe Mello

Não era festa do tomate e nem show do sexteto sertanejo “AMIGOS”, mas ontem em Goiânia o Serra Dourada recebeu bom público!

Infelizmente, dessa vez o Serra Dourada não foi invadido pela massa rubro-negra! Isso porque, obviamente, a máfia do tomate e os empresários sertanejos vetaram a presença da Magnética, destinando apenas 17% dos ingressos aos rubro-negros! Correm boatos que eles distribuíram ingressos nas lavouras, botecos da região e para qualquer Zé ruela que estivesse vestindo verde pelas ruas de Goiânia.

Espremida no cantinho, a Magnética ecoava seus gritos e parecia ser maioria, enquanto Walter-Barriga “deitava e rolava” no prato de feijoada nas cabines de rádio!

Os primeiros 15 minutos foram tensos. Pouca efetividade no ataque de ambos os times e muito respeito ao adversário.

Passado o nervosismo e visando a satisfação da torcida esmeraldina, Jayme pediu que sua dupla, que não é sertaneja, mas joga por música entrar em ação! Paulinho e André Santos, chamaram a defesa sertaneja pra dançar e, numa tabela sensacional, Paulinho fez 1×0 pro Mengão!

Explosão da torcida rubro-negra e Walter, que agora “deitava e rolava” no hot-dog ficou com a salsicha entalada na garganta!

O Mengão mantinha o ímpeto e o primeiro tempo dava sinais de que podíamos garantir a classificação antecipada! Boas tabelas, saída de bola rápida e transição ninja entre defesa e o ataque nos faziam acreditar que o jogo era nosso!

Só que Elias tropeçou no salto-alto e quis fazer firula na porta do céu! Vacilo dado é castigo recebido! E o Deus da bola pune a palhaçadinha sem dó! Bola roubada e rolada pra Vítor empatar numa pedrada de primeira no canto de PV. Tensão na Magnética mais uma vez!

Quando os secadores de plantão esboçavam um sorriso mais largo, brilhou mais uma vez a estrela de Hernane-Brocador, que não tinha dado um peteleco em direção ao gol, mas conseguiu que o juizão invertesse uma falta na boca da grande área! Na bola André Santos e Chicão. Batida no contrapé, Renan de bunda no chão, Gol de Chicão, explosão da Nação! 2×1 pro Mengão!

O fim de primeiro tempo ditava o ritmo do restante do jogo: os tomateiros atacavam e o Flamengo esperava uma chance de contra-atacar! Eles tinham medo de ir com tudo e tomar o terceiro e nós com medo de atacar e tomar o empate… e foi assim até o final, uma chatice só!

Fim de papo, Mengão 2×1 e a certeza de que Walter-Barriga deve ter “deitado e rolado” na cama sem pregar o olho com a derrota indigesta!

Semana que vem a previsão é de Maraca lotado com o nosso camisa 12 na arquibancada aos berros, parecendo estar à beira do gramado, empurrando nossa molecada rumo às finais!

Ouvi dizer que as meninas lá do sul, paranaenses ou gaúchas, até curtem dançar um sertanejo universitário, mas que no final da balada o que elas querem mesmo é experimentar uma “brocada” dos cariocas!

Copa do Brasil, se você for morena de olhos verdes de Curitiba ou loira de olho de azul de Porto Alegre, eu não to nem aí, porque já avisei: se te pego, eu te esculacho e ainda te troco pela Libertadores no ano que vem!

Mengão é assim mesmo: Deixou chegar, fudeu!

A Empatite e a falta de futebol dessa quarta-feira…

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Olha depois de tanto escrever sobre assuntos sérios, achei que enfim sentaria em frente a TV e veria um grande espetáculo. Acompanhei simultaneamente Corinthians x Grêmio e Botafogo x Flamengo. Confesso que foi difícil, viu.

No jogo do Pacaembu só acontecia falta, vira e mexe alguém chegava para não perder a viagem. Não eram entradas duras, mas paravam o jogo toda hora. Já no Maracanã, havia uma certa dificuldade de um time conseguir trocar passes. Sem Elias pelo Flamengo e com Seedorf um pouco aéreo, era difícil para os times ficarem com a pelota.

O lance mais agudo no Pacaembu foi um gol anulado de Guerrero. O bandeirinha errou quando consideramos um replay da TV, mas o lance foi muito rápido, então tá perdoado. Já no Maracanã, uma bola despretensiosa encontrou Paulinho que conseguiu com muito esforço jogar a bola para dentro da área onde encontrou André Santos que ganhou de cabeça e abriu o marcador para os rubro-negros.

De resto, nada que se salvava nas duas partidas. No intervalo, foi mais emocionante ver os melhores lances de Goiás e Vasco do que o que tinha acontecido nas partidas.

Veio o segundo tempo e uma leve melhora. No jogo do Pacaembu, menos contato e um pouco mais de futebol. O placar não saiu do zero, mas gostei das atuações de Vargas e Ramiro pelo Grêmio, enquanto no Corinthians Sheik voltou a ter uma boa atuação e o menino Igor parece conquistar a cada jogo a vaga de Fabio Santos.

No Maracanã, o Botafogo melhorou, mas só o suficiente para empatar a partida. O time não fez uma boa atuação e terá que se recuperar para a sequência do campeonato nacional, ou tornará muito fácil a vida do Cruzeiro. Quanto ao Flamengo, pelo menos a certeza de que Jayme de Almeida segue até o final, o treinador tem a confiança do grupo e precisa acertar a casa no limitado elenco do Flamengo.

Sobre as perspectivas para o jogo de volta, ficam completamente vazias. A CBF em mais uma das suas grandes idéias, resolveu colocar a partida de volta quase um mês depois do jogo de ida. Ou seja, serão outros times e outras situações. Se o jogo fosse semana que vem, só apostava no Flamengo classificado. Mas, até muita coisa pode acontecer.