Uma festa portuguesa, com certeza!!


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E o clássico post das segundas, será apenas na quarta, diante da nossa rodada “europeizada” com jogos hoje e amanhã. Sinceramente, ainda preciso embasar melhor, mas por enquanto, gosto da ideia dos jogos espalhados, basta pensar que teremos jogo de time da Série A em 08 dias de 09, entre os dias 09/07 a 17/07.

Mas, deixaremos isso para lá, e vamos voltar para a Europa, mais precisamente na Eurocopa, especificamente, Portugal.

Ontem, mais um daqueles capítulos alucinantes que o futebol proporciona foi escrito. Portugal que começou como desacreditado, que precisou da última rodada para se classificar, chegou a final contrariando quase todos os prognósticos e levou. Quase todos, porque vocês bem lembram que eu avisei.

E fez isso tudo, em 120 minutos de uma final, onde por quase 100, seu astro esteve fora. Cristiano Ronaldo sofreu uma dura lesão no início do jogo e se tornou desfalque certo. Fazendo um parentese, sinceramente vi o lance umas 8 vezes, principalmente em velocidade normal que te passa a sensação mais real para quem já jogou bola, a entrada do Payet foi dura, mas absolutamente corriqueira de jogo. Não consigo ver maldade.

Contudo, o baque foi grande, pois Portugal não estava perdendo apenas o seu melhor jogador, mas também aquele que nessa competição assumiu de vez o papel de líder do time.

Mas a seleção pareceu entender que estava ali para fazer história, o time reconheceu suas limitações, foi valente durante os 90 minutos e depois decidiu ir para o jogo na prorrogação e foi premiado com um belo gol de Éder que garantiu a primeira conquista da seleção portuguesa.

Um título que começa pela seleção terceira colocada em 66 na Copa do Mundo, passa pela geração dourada de Figo, Deco e companhia, pelo triste vice campeonato em casa da Eurocopa 2004 sob o comando de Felipão, até chegar na turma de ontem.

E se durante a Euro a dupla Cristiano e Renato Sanches foram fundamentais, ontem, Nani lembrou aquele promissor jogador que ele foi no ínicio de carreira, assim como Quaresma, até mesmo o truculento Pepe, mostra a estrela vencedora que possui.

Por fim, Cristiano conseguiu uma façanha única, levou sua seleção, claramente inferior a várias outras na Euro, ao título. Seu feito, mesmo não participando do jogo final, o coloca em patamar maior ainda como jogador de futebol. Ronaldo não só é o jogador vencedor de Manchester e Madrid, como agora fez uma nação inteira sorrir.

É uma festa portuguesa, com certeza, muito ao feito desse gajo gigante, chamado Cristiano Ronaldo!

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