A estrela e as estrelas…


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Ao que tudo indica esse Brasileirão será decidido pela estrela. E não estou dizendo daquele jogador que tem status de diferente, de acima da média, de Seedorf e Alex por exemplo. Estou falando de estrela daquele conceito futebolístico que se mistura muito com sorte ou com aquele algo a mais que um time campeão acaba tendo.

Eu sei que você dirá então, que olhando dessa forma, é lógico que a estrela decidirá o campeão, já que ele “é pré-requisito” para que o clube conquiste o título a diferença é como elas estão se apresentando nos candidatos ao título.

Começamos pelo Cruzeiro, o qual digno que “as estrelas” decidirão pelo clube mineiro. O time celeste que optou por montar um elenco forte sem um destaque principal, vem colhendo frutos por isso. Quando não é a estrela de Everton Ribeiro que brilha, é a de Lucas Silva, é de Borges, é de Julio Baptista, ontem foi a do William, amanhã pode ser Dagoberto, Luan, Nilton, Dedé, Fábio, Ricardo Goulart, ou qualquer outra peça do elenco.

Cruzeiro optou por uma das máximas do futebol, só com o elenco forte é capaz de disputar o título e Marcelo Oliveira tem conseguido dentro de um padrão tático muito bem definido, misturar e revezar essas peças buscando o melhor aproveitamento sempre. O certo é que ultimamente o Cruzeiro ganha e os outros que corram atrás.

O mais perto nessa corrida é o Botafogo. E o Botafogo que recebe a alcunha de estrela solitária conseguiu reverter nesse campeonato uma outra alcunha que o segue. “Tem coisas que só acontecem com o Botafogo”, essa alcunha parece revertida, se antes situações prejudiciais aconteciam ao Botafogo em momentos cruciais, por enquanto o contrário tem sido mais constante. Basta lembrar que as duas últimas partidas, o time venceu com um gol no final do jogo.

E essa estrela que ilumina o time como um todo e não sobre um jogador específico em determinadas partidas que pode levar o Botafogo ao título. Estrela que também tem iluminado a juventude do time, seja com Vitinho, com Hyuri ou até mesmo com o menino Elias. O que seria motivo de preocupação para muito times, no Botafogo a fórmula tem funcionado muito bem.

E por último o Grêmio que apesar de não agradar a todos e praticar um futebol mais pragmático, o time também está por perto. E como carrega a alcunha de imortal, todo gremista acredita que a força da sua estrela está no seu brilho durar mais do que as duas anteriores. Algo como, a sua é mais bonita e mais forte, mas vai acabar mais rápido do que a minha.

O time que resgatou o ídolo Renato Portaluppi para o comando do time, sabia que ele também resgataria o estilo de jogo que tornou o time vencedor na década de 80. Um time aguerrido, com muita força e que vende caro qualquer derrota. Individualmente tem mais peças acima da média do que os rivais. Dida, Elano, Zé Roberto, Kleber, Vargas e Barcos compõe esse esquadrão que espera no final ter mais pilha na estrela do que seus rivais.

Apesar de achar justo e gostar dos três times, minha torcida está para toda aúrea que gira sobre o Botafogo nesse ano.

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