A altitude pode afetar, mas é pior enfrentar o Messi…


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Galera do blog ontem foi um dos meus primeiros contatos com futebol no ano, olhando de forma mais concentrada, acompanhando todos os detalhes e nuances de uma partida. Acompanhei o clássico espanhol e o jogo do São Paulo.

No clássico espanhol, nenhuma grande novidade, um clássico que merece usar a palavra. Jogo pegado, com muita disposição e com talento de sobra em todos os cantos da partida.

O Real optou por uma tática mais vertical, aguarda um bote certeiro para sair em rápido contra-ataque, ora com Ronaldo, ora com Özil. Na escalação inicial, me surpreendeu a presença de Callejon, o jovem meia da base madrilenha, não dá sinais de ser superior a Modric ou mesmo Kaká, mas como Mourinho parece gostar de reafirmar sua teimosia, entendemos a escalação.

Já o Barcelona foi o de sempre. O que se tratando de Barcelona é ótimo! Destaque para Daniel Alves, fazia tempo que o lateral jogava apenas com o nome, ontem ele voltou a ser Daniel, foi para cima, provocou os rivais e foi peça importante nas jogadas ofensivas do time catalão. Contudo, percebo que o Barça começa a entrar naquela curva descendente do estilo de jogo, apesar do domínio na posse de bola, notei que os famosos triângulos já não estão tão compactos. Tem uma distância maior entre um e outro.

Resta saber se é mérito de Mourinho, ou o Barça já começa a se reinventar.

De qualquer forma, o Barça ainda encanta pelo estilo, por ter Xavi e Messi. Dois monstros. O jogo terminou 1×1, gol de Fabregas pelo Barça e Varane pelo Real. No fim do mês, teremos o jogo de volta e apesar de toda a dedicação do Real, acredito que será difícil não dar Barcelona.

Vamos agora ao jogo do São Paulo, um jogo com muitos gols e de um tempo para cada time.

Enquanto houve pulmão, o São Paulo estralhaçou mais uma vez o fraquíssimo Bolivar, o time brasileiro passeou na altitude, dando indícios de que Ceni tinha razão em dizer que muito era psicológico. Osvaldo e Jadson estão em excelente fase e construíram com facilidade o 3×0 favorável ao tricolor. O Bolívar ainda achou um gol no final do primeiro tempo.

Veio o segundo tempo e, ou as pernas dos brasileiros cansaram, ou o psicológico bateu. O Bolivar pressionou e foi construindo o placar ao seu favor, culminando no gol da virada e que decretaria números finais a partida. O Bolivar venceu a partida por 4×3.

Não vou me atentar a análise do Bolivar, falarei apenas do clube brasileiro.

O São Paulo decidiu adotar de vez o esquema 4-3-3, o time está bem firme e as peças de reposição no banco tem feito os titulares estarem sempre atentos, casos especiais de Rhodolfo, Cortez e Jadson. A sombra de Toloi, Carleto e Ganso fazem eles buscarem dar o máximo a toda partida.

Se Ney conseguir controlar o vestiário e a cabeça de Luis Fabiano, o ano promete ser promissor para o time do Morumbi.

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