Corinthians x Palmeiras, o Derby, um dos mais tradicionais clássicos do futebol paulista e brasileiro foi disputado domingo, no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, com previsão de lotação quase total. Da carga total de 35.000 ingressos, 28.587 ingressos foram vendidos. A renda foi de 933.776,00, onde realizando os descontos necessários, e como os clubes aceitaram repartir o lucro, sobrou algo em torno de R$ 350 mil para cada clube.
Do lado palmeirense, um bom dinheiro, mas insuficiente para fazer cócegas na situação financeira do clube, que fechou 2009 com razoável déficit (a ser confirmado pelo balanço, cuja aprovação transformou-se em verdadeira batalha).
Do lado corintiano, um bom dinheiro, mas insuficiente para pagar um mês de salário de Ronaldo ou mesmo de Roberto Carlos, sem fazer cócegas, igualmente, na dívida do clube que, se não cresceu em 2009, tampouco diminuiu, permanecendo, na melhor das hipóteses, na faixa dos cem milhões de reais.
Sabendo que cada vez mais, a palavra dívida é escutada pelos quatro cantos de toda sede dos clubes de futebol, fico pensando porque os dois clubes paulista insistem nesse boicote ao Morumbi.
Na verdade, eu sei o porque do boicote simplesmente para tentar criar um clima hostil com o time detentor do estádio, por mais que o Sr. Belluzzo e o Sr. Sanchez aleguem seus motivos, o principal que é grana não confere.
Vejam a seguinte conta, pensando na melhor das hipóteses, teremos sete confrontos entre alviverdes e alvinegros, dessa forma no Pacaembu colocando como média de lucro R$ 450 mil reais, cada clube ganhará com o clássico, o montante de um pouco mais de R$ 3 milhões de reais.
Ao transferir esses jogos para o Morumbi, que possui uma capacidade muito maior, a projeção de ganho para cada clube vai para a casa de 750 mil reais, que ao final dos sete jogos resultaria em um montante superior a 5 milhões de reais.
Ou seja, uma diferença de 02 milhões de reais no cofre. Muitos poderam dizer que se trata de um quantia pífia perto do dinheiro que gira em torno do futebol, porém dois milhões podem ser a diferença entre um clube terminar no vermelho ou no azul.
Tanto é verdade que os dois presidentes, principalmente o contador de história, Sr. Sanchez, já começam a sofrer pressão para voltar atrás na decisão de jogar no Morumbi, visando um maior lucro e melhor saúde financeira do clube.
Fica difícil imaginar administradores profissionais no futebol brasileiro, como está propondo o Internacional. Eu, aqui do meu cantinho, duvido muito que esse tipo de gestão venha a ser implantado a curto prazo. Continuaremos com torcedores investidos nos cargos de presidente, vice, diretores diversos.
Perdendo dinheiro do clube ou deixando de ganhar dinheiro para o clube, em suma, o amadorismo na direção do profissional.
Esse texto é uma adaptação do seguinte post de Emerson Gonçalves em seu blog Olhar Crônico Esportivo – “Futebol profissional, direções amadoras”
Na adaptação coloquei um pouco da minha opinião sobre o assunto, que em resumo se refere a falta de profissionais gerindo os clubes, ao invés disso vemos torcedores ou coronéis que não conseguem em nenhum momento avançar em direção do profissionalismo.
O exemplo serve para ilustrar o caso particular entre o Trio de Ferro Paulista, mas a reclamação é direcionada a todos os dirigentes de futebol brasileiro.


TTTTTTTTTOOOOOOOOOOOOMMMMMMMMMAAAAAAAAAAAAAAA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
TTTTTTTTTOOOOOOOOOOOOMMMMMMMMMAAAAAAAAAAAAAAA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
TTTTTTTTTOOOOOOOOOOOOMMMMMMMMMAAAAAAAAAAAAAAA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Novo projeto do Morumbi atende expectativas, diz FIFA
Pela primeira vez, a Fifa elogiou o projeto do Morumbi para a Copa de 2014. As declarações positivas vieram do secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke, famoso crítico do estádio desde que ele foi definido como o local dos jogos do Mundial em São Paulo.
“Para a Copa, as últimas informações que temos, até do Morumbi, que é uma saga entre a Fifa e São Paulo, são muito boas. O último projeto que recebemos preenchem todos os requisitos pedidos ao São Paulo”, disse Valcke nesta sexta-feira, na sede da Fifa, em Zurique, na Suíça.
O secretário-geral afirmou, ainda, não haver um plano secundário para nenhuma sede de 2014: “estivemos com o Ricardo Teixeira e não discutimos com ele a possibilidade de potenciais problemas”.
Em fevereiro, Valcke chegou a dizer que o Morumbi não tinha condições de receber grandes jogos. “Não está preparado para receber mais do que partidas de grupo ou de oitavas de final. Se quiser receber a semifinal ou a abertura, terá de readaptar o estádio”, afirmou à época.
Redação Terra
TTTTTTTTTOOOOOOOOOOOOMMMMMMMMMAAAAAAAAAAAAAAA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
TTTTTTTTTOOOOOOOOOOOOMMMMMMMMMAAAAAAAAAAAAAAA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
TTTTTTTTTOOOOOOOOOOOOMMMMMMMMMAAAAAAAAAAAAAAA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
É muita incompetência administrativa mesmo!
Fenomeno, uma frase sua eu concordo 100% que é a seguinte:
“…falta de profissionais gerindo os clubes, ao invés disso vemos torcedores ou coronéis que não conseguem em nenhum momento avançar em direção do profissionalismo…”
Agora, achar que publico em estadio é a solução para os problemas financeiros dos clubes, é tapar o sol com a peneira.
Outro fator importante não citado: Por mais injusto que seja, quando se aluga um ambiente particular, existem algumas despesas a mais no contrato, ja algo publico, a p´refeitura se responsabiliza por diversos pon tos, inclusive a limpeza, por exemplo.
Sem falar que estamos falando de concorrencia. Ou você acha que o presidente da Pepsi, tem Coca-Cola em sua casa? Por mais que goste e ache o custo-beneficio importante, ele vai sempre preservar sua marca e acreditar no que esta oferecendo ao mercado.
E falo mais, essa historia de Palmeiras e Corinthians no Pacaembu deve ser só quando o mando é deles, porque temos nosso estadio e o corinthians que se exploda…
Bulau… ninguém está falando de solução de problemas, mas com certeza o dinheiro que entra desse bolso que hoje é fraco para todos os clubes aumenta e muito e assim permite que você tenha um craque no seu time, já que essa grana vai pagar o salário dele. Já os encargos de faxina que você citou, rs, não são nem cócegas para a diferença do lucro que o time mandante terá.
O principal de tudo é a falta de profissional mesmo. Entendo que o São Paulo precise de um estádio menor para jogos que o público tem média de 15.000 torcedores e com uma melhor localização. O Pacaembu ou Barueri por exemplo seria uma ótima para o São Paulo mandar seus jogos, com certeza a média aumentaria para 30.000 torcedores.
O mesmo vale para Palmeiras e Corinthians que podem e devem mandar seus jogos no Morumbi, casos para clássicos e torneios como a Libertadores que o público médio passaria de 35.000 para 55.000.
Pra finalizar, o Fenomeno usou números pequenos. Normalmente em jogos que o São Paulo está na reta final do brasileiro a renda liquida (lucro) chega a mais de 1 milhão de reais, com o estádio tendo cerca de 45.000 torcedores, em Libertadores chega a 2 milhões o lucro em um único jogo.
Explicação pra isso é que os dirigentes são burros, não são profissionais o suficiente e acabam prejudicando o torcedor e o próprio clube.
você acha que o presidente da Pepsi, tem Coca-Cola em sua casa? Por mais que goste e ache o custo-beneficio importante, ele vai sempre preservar sua marca e acreditar no que esta oferecendo ao mercado.
RESPOSTA DO BLOGUEIRO: Quando o presidente do Corinthians opta pelo Pacaembu ao invés do Morumbi ele não está defendendo marca nenhuma. Pois o Corinthians até onde eu lembre não tem estádio. O que o Sr. Sanchez faz é simplesmente uma opção, cuja justificativa de escolha é uma intriga pessoal com o dirigente do clube detentor do estádio Cicero Pompeu de Toledo.
Da mesma forma, que o Sr. Belluzzo que ainda mais “inocentemente” aceita o acordo com o presidente corintiano e prejudica o próprio clube, já que nos clássicos o Palmeiras nem pode jogar no próprio estádio e nem faturar mais.
Portanto, ninguém defende a marca que possui, simplesmente os “coleguinhas de sala” excluiram um “amiguinho”.
E viva a varzéa…
eu falar sobre o fator quem tem estádio, mas o Fenomeno já o fez… rs. Ou seja, o Corinthians não é dono de nada, nem tem Pepsi e nem Coca em casa, apenas bebe o que a prefeitura oferece e paga um valor especial, quando paga!
Mesmo assim pra completar e não ficar no ar, o que estou falando de jogos realizados no Morumbi valem apenas para clássicos que não envolvam o São Paulo, já que sou a favor do São Paulo mandar seus jogos no Morumbi e jogar fora seja no Pacaembu ou no chiqueiro! Mas em casos que o jogo seja entre outros clubes tem sim que ter um espaço decente para realização do evento.
Abraços… e passem no meu boteco para tomar o que quiserem, rsss, fica a critério de vocês e vamos falar do meu Tricolor.
Só São Paulino esta reclamendo disso, vocês já repararam? Será mesmo que é o Palmeiras ou o Corintians que estao sendo prejudicados?
Já que estamos falando de coleguinhas de sala, o Sr. JJ é aquele que sempre pede para os amiguinhos virem dormir na sua casa, mas nunca vai ninguém desfrutar de seus comodos e sempre dorme sozinho e triste.
RESPOSTA BLOGUEIRO: Meu caro amigo palestrino, e nenhum momento eu estou reclamando estou apenas mostrando um fato. Sobre ser prejudicial, o São Paulo cedeu o Morumbi para três shows neste primeiro semestre pelo montante líquido de R$ 11 milhões de reais. Receita essa que seria comparada caso Palmeiras e Corinthians realizassem o clássico 22 vezes, o que levaria mais ou menos 04 anos.
Quanto ao personagem do JJ, sua descrição é perfeita. Ele não faz parte da “turminha”
Fala, cara!
Essa discussão tem vários aspectos. Primeiro que eu entendo o Corinthians querer mandar seus jogos no Pacaembu, é a casa dele, até aí tudo bem. Porém, ridículo é quando se vê que o time não joga no Morumbi por um motivo totalmente de torcedor, uma birrinha do Andres Sánchez com o Juvenal Juvêncio, é isso que incomoda, não é uma decisão profissional e sim infantil.
Agora imagina: o Corinthians não é dos mais assíduos em Libertadores, o torcedor tá babando pra ver o time jogar com o belo time montado, imagina se não meteriam 70 mil em cada jogo no Morumbi; mas não, por um motivo birrento preferem 30 mil. Aliás, o Corinthians levaria muito mais público ao Morumbi do que o próprio São Paulo (ao menos na primeira fase, claro).
Falta de maturidade absurda.
Abraços!
Futebol ao Cubo, você comentou sobre um assunto legal e que ainda não foi percebido por ninguém. Não muito distante, quando o São Paulo foi campeão da Libertadores em 2005, o adversário da final foi o Atlético Paranaense e se nada alterou (pelo que sei não mudou), o estádio do mandante na final e semi (semi ainda tem como enrolar), têm que ter mais de 40.000 torcedores e que não é o caso do Pacaembu. Se por acaso o time da marginal sem número chegar a final, aonde seria o jogo?? Essa eu gostaria de ver!!! rs.
Quanto ao público, quando o assunto é Libertadores os públicos ficariam equilibrados no Morumbi, engana-se quando pensa o contrário, mesmo que ao lado do Corinthians tenha a euforia pela competição e jogadores e o centenário!
Não podemos esquecer que a média do São Paulo nos últimos anos, que foi baixa, chegou em mais de 50.000 torcedores por jogo.
Corinthians na final? Jogo na fazendinha, é lógico!